Os dois autores da execução de Eliston Aparecido Pereira, de 51 anos, em Dourados, a 225 quilômetros de Campo Grande, nesta sexta-feira (16), foram presos em , em ação coordenada e com apoio do Dracco (Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado), PRF (Polícia Rodoviária Federal) e PM/SP. Os dois serão trazidos para Mato Grosso do Sul.

A prisão aconteceu quando os dois pistoleiros do PCC (Primeiro Comando da Capital), contratados para cometer homicídios para a facção, desembarcaram no terminal da Barra Funda, na cidade de São Paulo, enquanto tentavam fugir. 

Informações obtidas pelo Jornal Midiamax são de que, um dos pistoleiros do PCC preso em São Paulo teria ligação com Jorge Adalid Granier Ruiz, o ‘Fantasma do PCC’, como também teria ligação Waldemar Pereira Rivas, o ‘Cachorrão’, do PCC.

A execução de Eliston aconteceu segundo investigação da Polícia Civil depois da perda de uma carga de cocaína para São Paulo, em 2023. De acordo com a investigação, Eliston era responsável por organizar a saída da de para outros estados, sendo que em uma das operações organizadas, a polícia acabou apreendendo 200 quilos de cocaína em uma carretinha.

Já outro carregamento que seria levado para São Paulo ao chegar no local, a facção descobriu que a cocaína havia sido trocada por massa  corrida e isopor. Eliston chegou a ficar dois dias em em sob poder dos donos da droga em reunião. Logo depois, ele foi solto e disse para a esposa que estaria ‘queimado’ com a facção e que não arrumaria mais trabalho.

Ainda segundo a investigação, os responsáveis pelo envio da falsa cocaína para São Paulo foram assassinados em Campo Grande, pelos chefes da facção em meados de julho de 2023. A vítima na época teria sido questionada se estaria ‘jogando’ com a polícia depois da da cocaína em

Eliston já havia sido ameaçado de morte tempo antes de sua execução, nesta sexta (16), já que havia sido dito a ele que ‘teriam que resolver a situação’ após a cocaína ser apreendida em Dourados. Logo após a execução de Eliston, três autores que estavam hospedados em um na cidade fugiram.

Um deles, que estava ferido, fugiu de carro para o Paraguai e os dois pistoleiros do PCC que fugiram de ônibus acabaram presos em São Paulo.