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Polícia

Piloto ligado a ex-major Carvalho tem pena aumentada pela Justiça Federal

Piloto era peça fundamental na logística do tráfico de drogas
Thatiana Melo -
Aeronave Cessna apreendida foi encaminhada para leilão - Arquivo

A Justiça Federal aumentou a pena do piloto Ilmar de Souza Chaves, denunciado nas operações Cavok e Entreprise. O piloto é ligado ao ex-major Carvalho e já havia sido condenado em 2021 pela Justiça Federal de Ponta Porã.

A decisão de aumentar a pena de Ilmar foi da 5ª Turma do Tribunal Regional Federal. O piloto teve a pena aumentada para 20 anos e 21 dias de reclusão em regime fechado, além de ter cassada sua habilitação para pilotar aeronaves. Antes, a pena havia sido fixada em 17 anos e seis meses de prisão.

Já Manfred Henrique foi absolvido de todos os crimes, e Denis Batista Lolli Ghetti teve a pena reduzida para 4 anos e 1 mês de reclusão em regime aberto e pagamento de 536 dias-multa. 

“Permanece a dúvida a respeito do vínculo associativo de caráter criminoso entre os corréus, sobretudo porque não foi demonstrado que o primeiro [Manfred] prestava auxílio ao segundo [Ilmar] nas atividades criminosas deste ou que teria de alguma forma participado das viagens a serviço do tráfico internacional de drogas”, diz o acórdão.

Alvo da Operação Cavok

Associado ao narcotraficante Luiz Fernando da Costa, mais conhecido como Fernandinho Beira-Mar, o piloto Ilmar de Souza Chaves foi um dos alvos da Operação Cavok, deflagrada pela Polícia Federal em agosto do ano passado, para desarticular esquema de tráfico internacional de drogas na fronteira com o Paraguai. Na ocasião, foram apreendidas 23 aeronaves usadas na logística do crime organizado. 

Ilmar em outras passagens por tráfico e, em 2010, chegou a ser preso em Laje, distrito de Ibiraci (MG). Ele havia acabado de chegar de Pedro Juan Caballero, no Paraguai, e tentava decolar novamente quando foi flagrado. Em seu histórico, consta atuação com Sérgio Roberto de Carvalho, o major Carvalho, ex-servidor da Polícia Militar envolvido com tráfico de cocaína.

Na Justiça Federal de Mato Grosso do Sul, constam contra Ilmar processos por uso de documento falso, apreensão de bens e tráfico de drogas. Também em 2010, Ilmar teve uma aeronave Cessna, prefixo PRUSS, leiloada. O avião havia sido apreendido por uso no transporte de drogas.

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