Polícia

‘Terrorista’ e mais quatro vão a júri após mulher ser morta degolada em tribunal do crime do PCC

Márcia Aparecida teria arrumado confusão com uma das integrantes do PCC que ordenou a sua morte

Thatiana Melo Publicado em 09/09/2021, às 06h55

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(Foto: Jornal da Nova)

Vão a júri popular na manhã desta quinta-feira (9), em Nova Andradina, a 297 quilômetros de Campo Grande, os cinco membros da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), pelo assassinato de Márcia Aparecida Vanderlei, de 33 anos, morta degolada, em dezembro de 2019.

O julgamento está marcado para começar às 8h30 desta quinta (9). Vão a júri Daiane Aparecida dos Santos Alfonso, de 24 anos, vulgo “Terrorista”, atualmente recolhida no Estabelecimento Penal Feminino de Rio Brilhante; Luiza Lucas da Silva, de 22 anos, atualmente recolhida na Delegacia de Polícia em Batayporã, por força de mandado de prisão preventiva; Leocir Maraschin, de 30 anos, vulgo “Léo do PCC”, atualmente recolhido no Estabelecimento Penal Jair Ferreira de Carvalho, em Campo Grande; Wendel Rodrigo Gomes Silva, de 23 anos, vulgo “Arcanjo”, atualmente recolhido no EPMNA (Estabelecimento Penal Masculino de Nova Andradina) e Paulo Renato Gomes, de 27 anos, vulgo “Mensageiro”, atualmente foragido.

No dia 14 de dezembro de 2019, Paulo Renato sob autorização e comando de Leocir Maraschin e contando com as participações dos denunciados Daiane Aparecida, Luiza Lucas e Wendel Rodrigo, mataram Márcia Aparecida Vanderlei, com golpes de faca. A vítima foi degolada e o corpo encontrado em meio a um matagal.

Dias antes do assassinato, Márcia teria se desentendido com Daiane e Luiza por causa de uma audiência em que Márcia também figurava como vítima e o denunciado era Leocir, marido de Luiza, segundo o site Jornal da Nova.

Segundo a denúncia do MP, Márcia já havia sido mantida em cárcere privado anteriormente pela facção criminosa já que seu comportamento não vinha agradando aos membros do PCC.

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