Polícia

Sem pagamento de resgate, peão sequestrado é solto no Paraguai

Segundo a polícia, Olmedo não tem sinais de tortura e suspeita-se que criminosos comuns foram os responsáveis ​​pelo sequestro

Marcos Morandi Publicado em 29/07/2021, às 06h57

Peão já está com a família na fazenda onde trabalha
Peão já está com a família na fazenda onde trabalha - Carlos Aquino

Juan Carlos Olmedo, o paraguaio de 46 anos levado de uma propriedade na fronteira de Tacuatí e Nueva Germania, em San Pedro, por quatro homens armados, foi libertado na noite desta quarta-feira (28). Inicialmente, os criminosos exigiam dinheiro pelo refém, mas, segundo a polícia, nenhum valor foi pago.

Os familiares de Olmedo confirmaram que o valor de US$ 150.000 não foi pago e que ele está bem de saúde, apesar de ter ficado sem comer e que, por estar bastante abalado, não quer falar sobre as circunstâncias do sequestro.

Segundo o comissário Nimio Cardozo, o trabalhador rural foi libertado em uma rodovia local em Tacuatí, no Departamento de San Pedro. Segundo ele, Olmedo não tem sinais de tortura e suspeita-se que criminosos comuns foram os responsáveis ​​pelo sequestro.

Os parentes do sequestrado informaram que, na quinta-feira da semana passada, quatro pessoas armadas chegaram à propriedade e pediram a quantia de US $ 150.000 ao contador da fazenda. Como valor não foi pago, procederam ao sequestro de Juan Olmedo. O contador desapareceu do departamento e não teria relatado o incidente às autoridades, o que aconteceu somente nesta segunda-feira.

Olmedo é irmão do administrador da fazenda Pindoty, do argentino Alfredo Cabeza, segundo dados dos participantes. A propriedade de pelo menos 15 mil hectares se estende entre as comunidades de Tacuatí Poty e San Pedro Poty.

Jornal Midiamax