Polícia

Professor voluntário de projeto social é preso em flagrante após estuprar menina de 7 anos

Na manhã desta terça-feira (26), menina de 7 anos foi vítima de estupro de vulnerável após frequentar, pela primeira vez, um projeto social na região do Universitário. O professor acusado do crime foi detido em flagrante. Conforme a delegada Franciele Candotti, da Depca (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente), o professor voluntário […]

Renata Portela Publicado em 26/01/2021, às 15h34 - Atualizado em 27/01/2021, às 17h17

Caso foi registrado na Depca (Foto: Henrique Arakaki, Midiamax)
Caso foi registrado na Depca (Foto: Henrique Arakaki, Midiamax) - Caso foi registrado na Depca (Foto: Henrique Arakaki, Midiamax)

Na manhã desta terça-feira (26), menina de 7 anos foi vítima de estupro de vulnerável após frequentar, pela primeira vez, um projeto social na região do Universitário. O professor acusado do crime foi detido em flagrante.

Conforme a delegada Franciele Candotti, da Depca (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente), o professor voluntário dá aulas de artes marciais e futsal. Nesta manhã a mãe deixou a menina pela primeira vez no projeto e o suspeito disse que uma professora iria dar a aula.

A mãe foi embora e momentos depois a criança chegou em casa chorando, contando que tinha sido abusada pelo homem, de 56 anos. A mulher voltou ao local e conversou com o suspeito, que negou os fatos. A menina afirma que ele teria passado a mão no corpo dela.

Com isso, a mulher acionou a Polícia Militar e o caso foi encaminhado para a Depca. Em depoimento especial, com acompanhamento de psicóloga, a menina contou o que tinha acontecido. Mesmo assim, o professor continuou negando os fatos. Ele acabou preso em flagrante por estupro de vulnerável.

A polícia investiga se outras crianças do projeto já teriam sido vítimas do acusado.

*Matéria atualizada às 17h de 27/01 para correção de informação. Apesar da informação repassada pelas autoridades policiais, representante da Federação Sul-Mato-Grossense de Jiu-Jitsu afirma que o homem investigado não seria professor de jiu-jitsu.

Jornal Midiamax