Polícia

Preso em Mossoró, Jamil Name contrai covid-19 e é levado para hospital onde está intubado

Teve que ser intubado na noite desta quarta-feira

Diego Alves Publicado em 02/06/2021, às 22h08

Presídio Federal de Mossoró (RN) / (reprodução)
Presídio Federal de Mossoró (RN) / (reprodução)

Jamil Name, que está no Presídio Federal de Mossoró (RN) desde setembro de 2019, contraiu covid-19 e foi levado para uma unidade de saúde pública da região. De acordo com a defesa de Jamil Name, ele teve que ser transferido a um hospital particular da cidade onde está intubado.

Ainda segundo informações, na última segunda-feira (31), ele foi levado com urgência para uma UPA onde chegou em estado crítico, com baixa saturação de oxigênio no sangue, precisando fazer uso imediato de oxigênio, sendo prontamente requisitada vaga em UTI (Unidade de Tratamento Intensivo).

Logo depois, ele foi transferido a um hospital particular, na qual as despesas estão sendo pagas pela família de Jamil. Na noite desta quarta-feira (02), familiares de Jamil tiveram a informação de que ele teve que ser intubado.

Ainda de acordo com a defesa de Jamil Name, foi protocolado na manhã desta terça-feira (01), no STJ (Superior Tribunal de Justiça) pedido de prisão domiciliar ou internação, visando possibilitar sua transferência. Também está sendo verificado a transferência de Jamil Name para outro hospital de referência no tratamento da covid-19.

Omertà

Jamil Name Name foi preso na Operação Omertà, desencadeada pelo Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros) e o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), com apoio dos Batalhões de Choque e o Bope (Batalhão de Operações Especiais) da Polícia Militar, cumpriram mandados de prisão preventiva, prisão temporária e 21 mandados de busca e apreensão, nas cidades de Campo Grande e Bonito.

A ação levou a prisão de policiais civis, guardas municipais, policial federal e até militar do Exército, suspeitos de integrarem uma organização criminosa voltada à prática dos crimes de milícia armada, porte ilegal de armas de fogo de uso restrito, homicídio, corrupção ativa e passiva, entre outros crimes.

As investigações do Gaeco tiveram início em abril deste ano, com o objetivo de apoiar as investigações dos homicídios de Ilson Martins Figueiredo, Orlando da Silva Fernandes e Matheus Coutinho Xavier, conduzidas pelo Garras.

Jornal Midiamax