A ação envolveu agentes ligados à Delegacia de Ponta Porã, Anaurilândia, Maracaju, Deleagro, , SIG (Setor de Investigação Geral) de e (Departamento de Operações de Fronteira).

Segundo informações do delegado da Defron, Rodolfo Daltro, ao todo, foram cumpridos 7 mandados de prisão preventiva e 9 de busca e apreensão somente em Maracaju. As investigações, segundo Daltro, tiveram início com a apreensão de uma carreta, em 26 de agosto de 2020, que transportava mais de 33 toneladas de maconha.

Diante desse quadro, segundo o delegado, há cerca de oito meses a Defron passou a realizar contínuas diligências visando identificar o proprietário da milionária carga de droga, bem como apontar todos os demais envolvidos na complexa trama e a logística por eles adotada.

Com isso, os agentes conseguiram desvendar uma complexa e sofisticada estrutura montada com a específica finalidade de propiciar o envio de grandes cargas de maconha para diversos estados do país, sendo os líderes da organização criminosa e associação para o tráfico baseados na cidade de Maracaju, onde atuam como empresários do ramo de transportes.

Com apoio da inteligência do DOF, as investigações revelaram que o casal que chefiava a organização é proprietário de uma transportadora sediada na cidade de Maracaju. A empresa simulava contratos de arrendamento ajustados com pessoas físicas e jurídicas utilizadas como “laranjas”.

Especificamente sobre a carreta que transportava as 33 toneladas apreendidas, a Defron identificou que o veículo foi adquirido pelo casal acima citado pouco mais de um mês antes de ser apreendida com a droga, tendo eles, para ocultar a propriedade, colocado o automóvel em nome do motorista que foi preso em Mato Grosso.

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