Polícia

Pedestre que morreu atropelado por caminhão na Vila Palmira teria escorregado

O homem ainda não identificado que morreu atropelado por um caminhão no final da tarde desta quarta-feira (27), na Vila Palmira, em Campo Grande, teria escorregado próximo ao veículo. Testemunhas relataram que momentos antes, ele estava pedindo dinheiro no semáforo. Conforme apurado, o caminhoneiro, de 59 anos, explicou que seguia pela Avenida Júlio de Castilho […]

Renan Nucci Publicado em 27/01/2021, às 18h36 - Atualizado às 18h54

Bombeiros durante atendimento no local do atropelamento. Foto: Leonardo de França
Bombeiros durante atendimento no local do atropelamento. Foto: Leonardo de França - Bombeiros durante atendimento no local do atropelamento. Foto: Leonardo de França

O homem ainda não identificado que morreu atropelado por um caminhão no final da tarde desta quarta-feira (27), na Vila Palmira, em Campo Grande, teria escorregado próximo ao veículo. Testemunhas relataram que momentos antes, ele estava pedindo dinheiro no semáforo.

Conforme apurado, o caminhoneiro, de 59 anos, explicou que seguia pela Avenida Júlio de Castilho conduzindo um caminhão-tanque carregado. Ele alega que estava devagar e passou pelo semáforo aberto, tranquilamente, para acessar a Rua Yokoama, à esquerda.

Ele disse que durante a manobra, chegou a ver a vítima próxima ao meio-fio, entre uma árvore e a lixeira da calçada. Alguns metros adiante, sentiu uma vibração, mas continuou. “Eu vi que balançou, mas nem percebi [o atropelamento]”, disse ele à reportagem.

No entanto, um motociclista se aproximou e o informou sobre o atropelamento. Ao descer, o motorista constatou que havia atingido o pedestre. Um barbeiro de 28 anos relatou que a vítima pedia dinheiro no semáforo, foi para a calçada e, enquanto o caminhão passava, escorregou e caiu na via.

Desta forma, foi atingida pelo eixo traseiro, morrendo no local. Uma outra testemunha alegou ter visto a vítima aparentemente embriagada momentos antes. Equipes do Corpo de Bombeiros e Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foram acionadas, mas apenas puderam constatar o óbito. A Polícia Militar, a Polícia Civil e a perícia também foram acionadas.

Jornal Midiamax