Polícia

Contratada para fazer orações na casa de deputado federal, mulher furta R$ 330 mil e é presa em Campo Grande

Prisão ocorreu em apoio à Polícia Civil de Goiânia

Renata Portela Publicado em 29/09/2021, às 13h33

Parte do dinheiro foi recuperado, além de três veículos
Parte do dinheiro foi recuperado, além de três veículos - (Divulgação, PCMS)

Na terça-feira (28), mulher de 58 anos foi presa em Campo Grande, acusada de furtar R$ 330 mil de um deputado federal de Aparecida de Goiânia (GO). Ela tinha sido contratada para trabalhar na casa do parlamentar, fazendo orações, e acabou fugindo para Campo Grande após o crime.

Segundo as informações da Polícia Civil, a prisão foi feita pela Denar (Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico), em apoio à 2ª Delegacia de Aparecida de Goiânia. A mulher é acusada do furto qualificado por abuso de confiança, na casa de um deputado federal em que trabalhava.

A suspeita foi encontrada no Jardim Los Angeles e negou ter participado de furto, ainda autorizando a entrada dos policiais civis na casa. Em buscas, os agentes encontraram cédulas de dinheiro escondidas em várias partes de um guarda-roupas. Com isso, a mulher acabou confessando o furto.

Assim, a mulher contou que conheceu um homem, que participava do mesmo grupo de oração que ela e que a convidou para trabalhar na casa do deputado federal. Ela deveria fazer orações religiosas e aceitou o trabalho. No período em que morou naquela cidade, trabalhando para o deputado Professor Alcides, o amigo que ela conheceu no grupo de oração mostrou para ela uma caixa, com várias cédulas de dinheiro.

Certo dia, a suspeita teve acesso à caixa com o dinheiro e furtou vários pacotes, escondendo nas roupas. Depois, disse ao deputado que não tinha mais interesse em continuar trabalhado com ele e que voltaria para Campo Grande. No fim de agosto ela voltou e já no começo de setembro usou o dinheiro para comprar veículos e outros bens.

Ao todo, R$ 47,5 mil foram apreendidos com a mulher, além de um Fox, um HB20 e um Voyage, todos comprados com o dinheiro furtado.

Jornal Midiamax