Polícia

Ex-marido que deixou empresária paraplégica morre no hospital após tiro

Vera foi atingida por quatro tiros

Thatiana Melo Publicado em 25/10/2021, às 05h43

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O homem foi encontrado em uma chácara - (Divulgação, PCMS)

Morreu nesse domingo (24), na Santa Casa de Campo Grande, Anilson Assis de Oliveira, de 49 anos, acusado de atirar quatro vezes contra a ex-mulher, Vera Lúcia a deixando paraplégica. 

Segundo informações repassadas do hospital para a Polícia Civil, Anilson estava internado na unidade de saúde desde o dia 29 de setembro, quando ocorreu o crime em Costa Rica, a 384 quilômetros da Capital. Mas, nesse domingo (24), sofreu uma parada cardiorrespiratória e acabou morrendo.

Ele estava internado sob escolta policial depois de ser encaminhado para o hospital ao dar um tiro no próprio rosto depois que tentou matar a ex-mulher, Vera Lúcia, com quatro tiros. 

Entenda o caso

Depois de já ter sido preso em 11 de abril por violência doméstica e ganhar liberdade dois dias depois, Anilson foi detido por tentar matar a ex-mulher. Ele atirou quatro vezes contra a vítima, que ficou em estado grave, e foi encontrado em uma chácara, após tentar suicídio.

Segundo as informações da Polícia Civil, em abril, o suspeito foi preso por ameaça, mas solto dois dias depois. Na noite do crime, ele foi até a casa da ex-mulher e ficou esperando, quando a vítima chegou de carro com uma colega do trabalho.

Assim, o autor foi até o veículo, tirou a passageira de dentro e atirou quatro vezes contra a ex-mulher, fugindo em seguida em uma motocicleta. Polícia Civil e Militar fizeram buscas e localizaram o suspeito em uma chácara, deitado às margens do rio, com um ferimento por disparo de arma de fogo na cabeça.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e socorreu o homem, que foi encaminhado para o hospital de Costa Rica. Já a vítima foi transferida para Campo Grande, por conta da gravidade dos ferimentos. Ainda segundo a polícia, a arma pode ter sido jogada no rio, já que não foi encontrada. O acusado responderia pela tentativa de feminicídio.

Jornal Midiamax