Enquanto digitava o endereço, um homem desceu da Blazer e foi em direção à vítima, apontando um revólver e anunciando o assalto. O funcionário foi obrigado a sair do veículo e entregar também carteira e celular. O assaltante fugiu na Strada e um comparsa seguiu com a Blazer.

Polícia Militar foi acionada e foi possível rastrear o veículo, no cruzamento das ruas Javaés e Cabo Verde, no Tijuca. Cleyton estava escondido em um terreno nos fundos da casa e o local foi cercado por equipes policiais. Os militares encontraram o autor, que teria feito um disparo de arma de fogo.

Os policiais revidaram e Cleyton foi atingido. Ele ainda foi levado ao Hospital Regional, mas não resistiu. Com ele, foi apreendido o revólver calibre 38, com 5 munições, sendo duas intactas, duas picotadas e uma deflagrada.

O caso é tratado como roubo majorado pelo emprego de arma de fogo, homicídio decorrente de oposição à intervenção policial e tentativa de homicídio contra autoridade de Segurança Pública.

Já fugiu da delegacia

Na madrugada de 7 de fevereiro de 2017, Cleyton e outros dois presos fugiram pela porta da frente da Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Centro. Na época, Cleyton já tinha passagens por furto e tráfico de drogas.

A Polícia Civil esclareceu, na época, que os presos teriam aberto a cela com um grampo. Naquela madrugada, havia 20 presos nas celas, que tinham capacidade para 6 detentos. Dois presos fugiram pela garagem da delegacia, enquanto o terceiro teria passado pelo saguão e ‘encontrado’ com um policial, que imediatamente acionou as equipes do Choque.

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