Polícia

Em júri, assassino de funcionário de conveniência se diz arrependido e ‘guardou’ faca após o crime

Antônio Carlos Rabelo Menezes foi a julgamento nesta terça-feira (2) em Campo Grande pelo assassinato de Fábio Bernardi Santos, em outubro de 2019 quando foi esfaqueado no abdômen em frente a conveniência onde trabalhava, na esquina entre a Avenida Mato Grosso e a Rua Alagoas. Em depoimento, o réu se disse arrependido e afirmou que […]

Thatiana Melo Publicado em 02/02/2021, às 10h58 - Atualizado às 16h11

(Henrique Arakaki, Midiamax)
(Henrique Arakaki, Midiamax) - (Henrique Arakaki, Midiamax)

Antônio Carlos Rabelo Menezes foi a julgamento nesta terça-feira (2) em Campo Grande pelo assassinato de Fábio Bernardi Santos, em outubro de 2019 quando foi esfaqueado no abdômen em frente a conveniência onde trabalhava, na esquina entre a Avenida Mato Grosso e a Rua Alagoas.

Em depoimento, o réu se disse arrependido e afirmou que não tinha a intenção de matar Fábio e que só soube que havia ferido ele quando a vítima disse, “ você me furou”. Antônio contou que antes do crime, os dois haviam discutido já que ele estava no local cuidando de carros que estacionavam nas redondezas.

“Naquele momento da droga, a gente fica desorientado e não sabe o que faz. Estou muito arrependido”, disse o réu. Antônio ainda contou que depois do crime levou a bicicleta da vítima e guardou a faca usada no assassinato em sua casa. A facada desferida contra Fábio causou um ferimento de aproximadamente seis centímetros próxima a virilha causando grande sangramento.

O crime aconteceu por volta das 23 horas do dia 8 de outubro. Após o crime, testemunhas procuraram a delegacia afirmando que Fábio teria sido vítima de uma tentativa de roubo. As informações na época do crime era de que Antônio queria roubar a bicicleta de Fábio, e acabou esfaqueando a vítima.

Durante as buscas, os policiais foram a vários pontos frequentados por usuários de droga e encontraram o suspeito. Ele tentou fugir, mas foi capturado e confessou o crime. Na época, ele disse aos policiais durante a sua prisão que o assassinato aconteceu por ‘desavenças antigas’.

Jornal Midiamax