Polícia

Dona de maconha aprendida na fronteira é presa em aeroporto de Dourados

Uma mulher de 29 anos, considerada como principal suspeita de ser proprietária das 7 toneladas de maconha apreendidas nesta segunda-feira (8) em Ponta Porã, foi presa na manhã desta terça-feira (9). Ela estava com as filhas, uma menina de 5 e outra de 8 anos. A acusada foi flagrada pelos agentes da Defron (Delegacia Especializada […]

Marcos Morandi Publicado em 09/03/2021, às 11h45

Mulher é presa pela Defron.(Foto: Cido Costa)
Mulher é presa pela Defron.(Foto: Cido Costa) - Mulher é presa pela Defron.(Foto: Cido Costa)

Uma mulher de 29 anos, considerada como principal suspeita de ser proprietária das 7 toneladas de maconha apreendidas nesta segunda-feira (8) em Ponta Porã, foi presa na manhã desta terça-feira (9). Ela estava com as filhas, uma menina de 5 e outra de 8 anos.

A acusada foi flagrada pelos agentes da Defron (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira) no momento em que tentava fugir da cidade. Segundo informações policiais, ela mora na Bahia e também nacionalidade paraguaia.

Ao finalizar investigação iniciada há cerca de 20 dias, a Defron realizou ontem (8) uma  diligência  ao pátio de um galpão localizado na Rua dos Açadores, bairro Jóquei Clube, em Ponta Porã, local de grande fluxo de pessoas e automóveis.

As diligências mostraram que no Imóvel, um barracão que possui uma edícula nos fundos, estavam armazenadas drogas que eram colocadas em caminhões e depois encaminhadas para outros Estados.

Ao perceber a atuação policial um dos indivíduos que estavam no barracão, que aparentava comandar os demais, sacou um revólver. Nesse momento teve início uma roca de tiros com a polícia e uma pessoa acabou atingida e socorrida até uma unidade hospitalar.

Com ele foi apreendido um revólver calibre 38, municiado com 6 projéteis. Outros quatro indivíduos se trancaram em uma edícula, também acabaram presos ao abandonarem o esconderijo.

No local, foram identificados que vários fardos de maconha já se encontravam na carroceria do caminhão, que possuía sacos de fertilizante ocultando a carga. Na edícula onde havia 7 toneladas de drogas, foram encontrados vários fardos de água mineral, que também seriam postos em outros transportes visando esconder os entorpecentes.

Jornal Midiamax