Polícia

Com R$ 3 mil na carteira, protético preso em MS diz que 'tráfico era lucro fácil'

Entreposto funcionava em sua residência, onde a polícia encontrou arma de fogo e também um carro

Marcos Morandi Publicado em 21/07/2021, às 06h12

Protético preso não tinha histórico de passagem pela polícia
Protético preso não tinha histórico de passagem pela polícia - Defron/Divulgação

Flagrado com quase 50 quilos de skunk, que estavam armazenados na sua residência em Dourados, distante 226 quilômetros de Campo Grande, o protético, de 29 anos, estava com R$ 3 mil na carteira, quando foi preso, na noite desta terça-feira (20), pelos agentes da Defron (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira).

Sem histórico de passagens pela polícia, o rapaz contou ao delegado responsável pela Defron, Rodolfo Daltro, que “em razão do lucro fácil”, acabou por se enveredar no tráfico de drogas. Com ele foi encontrada uma arma de fogo municiada e também um veículo.

O protético foi preso em sua residência, no Jardim Bonanza, e relatou que usa o revólver 38 para se proteger e evitar que pessoas roubassem a droga que ele trafica e prejudicasse o seu negócio,

Conforme o delegado da Defron, o skunk é comercializado por R$ 1.500,00 o quilo e nos grandes centros, o preço pode chegar até a R$ 8.000,00. Ele agora irá responder por tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse irregular de arma de fogo.

Jornal Midiamax