Polícia

Dono de conveniência diz que não vai fechar e vai para a delegacia após toque de recolher em Campo Grande

Na frente do local, aglomeração desrespeitava regras sanitárias

Thatiana Melo Publicado em 31/05/2021, às 05h42

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(Ilustrativa)

Foi levado para a delegacia de Campo Grande, na noite deste domingo (30), o dono de uma conveniência de 41 anos, do Coophavila acabou recebendo ordem de prisão. Na frente do estabelecimento havia uma fila de pessoas e carros.

Durante as fiscalizações do toque de recolher em Campo Grande, que impõe o fechamento de estabelecimentos comerciais as 21 horas no combate a disseminação do coronavírus, policiais flagraram uma conveniência na rua da Praia com aglomeração e funcionando às 23h30 da noite deste domingo (30).

Segundo consta no boletim de ocorrência, os militares por diversas vezes flagraram o dono com as portas abertas após o horário limite para fechamento do toque de recolher, mas sempre que tentavam abordar o proprietário, ele se trancava dentro do local e apagava as luzes impedindo a abordagem.

Mas, na noite deste domingo, os policiais conseguiram abordá-lo para o lado de fora da conveniência, onde havia uma fila de pessoas e carros que ele estava atendendo. Quando abordado, ele teria dito que não fecharia o comércio dele, “porque vocês não vão prender bandido?”.

Ao ser informado que seria levado para a delegacia por desobediência e infração de medida sanitária, o homem se alterou sendo necessário o uso de algemas. Ele foi detido.

Covid-19

Mato Grosso do Sul registrou neste domingo (30) mais 50 mortes em decorrência do novo coronavírus. Os dados são do boletim epidemiológico da SES (Secretaria de Estado de Saúde). 

São 1.945 contaminações confirmadas, elevando a 289.106 o total de casos. Destes, 6.791 levaram à morte dos pacientes, registrando taxa de letalidade de 2,3% em relação ao total de casos. No País, a mesma taxa está em 2,8%, conforme o painel Coronavírus Brasil. 

Dentre os casos confirmados, a maior incidência da doença está entre a população de 30 a 39 anos (23,3%). Na sequência, estão pessoas de 20 a 29 anos com 19,3% (55.828), seguidas de 40 a 49 anos (55.617). Entre bebês e crianças até 9 anos foram registrados, até o momento, 10.324 casos.

Jornal Midiamax