Polícia

Procuradoria pede cassação de coronel do Exército que levava droga de Campo Grande para RJ

Nesta quinta-feira (11), a Procuradoria-Geral de Justiça Militar entrou com uma representação contra o coronel da reserva do Exército, Ricardo Couto Luiz, condenado por tráfico de drogas após ser preso no dia 26 de setembro de 2014 quando foi preso em flagrante transportando mais de 351 kg de maconha em seu carro. O coronel foi […]

Vinícius Costa Publicado em 11/06/2020, às 19h21 - Atualizado em 12/06/2020, às 10h48

Ricardo Couto Luiz é coronel reformado do Exército. (Foto: Divulgação)
Ricardo Couto Luiz é coronel reformado do Exército. (Foto: Divulgação) - Ricardo Couto Luiz é coronel reformado do Exército. (Foto: Divulgação)

Nesta quinta-feira (11), a Procuradoria-Geral de Justiça Militar entrou com uma representação contra o coronel da reserva do Exército, Ricardo Couto Luiz, condenado por tráfico de drogas após ser preso no dia 26 de setembro de 2014 quando foi preso em flagrante transportando mais de 351 kg de maconha em seu carro.

O coronel foi detido na rodovia BR-040, na altura de Duque de Caixas, na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro. Ele e a sua companheira viajavam após passar por Campo Grande e serem parados em uma barreira policia de rotina. Todo o conteúdo ilícito estava escondido em um fundo falso do veículo.

O militar segue preso no 1° Batalhão de Polícia do Exército do estado carioca, desde a sua condenação feita pelo TJRJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro), que condenou para uma pena de 10 anos de reclusão.

A procuradoria, conforme o pedido, entendeu que o militar da reserva se aproveitou da alta patente da condição para assegurar o transporte das drogas até o destino de sua viagem.

“Nesse panorama, é certo que as ações do coronel R/1 ferem frontalmente os preceitos éticos que devem sempre pautar a ação do militar, esteja ele na ativa ou na reserva, na medida em que aqueles preceitos guardam relação direta com a necessidade de adoção de comportamento moral e profissional irrepreensíveis por parte de militares, os quais devem agir de acordo com ‘o sentimento do dever, o pundonor militar e o decoro da classe’, conforme preconiza o art. 28 da Lei 6.880/1980.”, diz trecho do documento.

Jornal Midiamax