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Polícia Federal e Civil vão à aldeia onde houve incêndio em casa de reza na madrugada

Equipes da Polícia Federal e Civil foram até a comunidade indígena Laranjeira Nhãnderu para averiguar ocorrência de incêndio em uma casa de rezas na aldeia durante a madrugada desta quinta-feira (2) nas margens da BR 163 entre Rio Brilhante e Dourados. “Sobre a questão indígena, hoje, após diligenciar no local e conversar com vários indígenas, […]

Diego Alves Publicado em 03/01/2020, às 21h45 - Atualizado às 21h50

Casa foi consumida pelo fogo (Foto Divulgação)
Casa foi consumida pelo fogo (Foto Divulgação) - Casa foi consumida pelo fogo (Foto Divulgação)

Equipes da Polícia Federal e Civil foram até a comunidade indígena Laranjeira Nhãnderu para averiguar ocorrência de incêndio em uma casa de rezas na aldeia durante a madrugada desta quinta-feira (2) nas margens da BR 163 entre Rio Brilhante e Dourados.

“Sobre a questão indígena, hoje, após diligenciar no local e conversar com vários indígenas, é possível concluir que o incêndio não se tratou de um “ataque” à comunidade indígena Guarani Kaiowá da aldeia Laranjeira Nhanderu, tendo sido conduta praticada, provavelmente, por algum indígena da própria aldeia, descontente com a construção da “casa de reza”, por ser de religião diversa. Não se pode descartar, ainda, a possibilidade de eventual incêndio por força maior, haja vista a existência de palhas secas nas paredes do local e diversos fumantes e fogos de artifício na noite do fato”, disse o delegado Guilherme Sarian, da delegacia de Polícia Civil de Rio Brilhante, ao site Rio Brilhante em Tempo Real.

Há suspeita que o incêndio foi provocado por ”pistoleiros” que também teriam invadido casas de indígenas e ameaçado moradores. Ainda segundo Sarian, o caso continua sendo apurado.

Jornal Midiamax