Polícia

Polícia ainda não ouviu suspeito de estuprar e engravidar menina de 11 anos

A Polícia Civil de Ivinhema, a 291 quilômetros de Campo Grande, ainda não ouviu o rapaz de 18 anos suspeito de estuprar e engravidar uma menina 11 anos. De acordo com a delegada Gabriela Ribeiro de Souza Violin, responsável pelo inquérito, a prioridade é dar atendimento à vítima e à família, motivo pelo qual o […]

Renan Nucci Publicado em 04/11/2020, às 16h25 - Atualizado às 16h32

Delegacia de Polícia Civil de Ivinhema. (Foto: Divulgação)
Delegacia de Polícia Civil de Ivinhema. (Foto: Divulgação) - Delegacia de Polícia Civil de Ivinhema. (Foto: Divulgação)

A Polícia Civil de Ivinhema, a 291 quilômetros de Campo Grande, ainda não ouviu o rapaz de 18 anos suspeito de estuprar e engravidar uma menina 11 anos. De acordo com a delegada Gabriela Ribeiro de Souza Violin, responsável pelo inquérito, a prioridade é dar atendimento à vítima e à família, motivo pelo qual o jovem deve ser interrogado apenas na semana que vem. Ao menos por enquanto, não há ordem de prisão contra ele.

A oitiva da criança também não foi feita, tendo em vista que neste caso será feito depoimento especial, para evitar abalos psicológicos. O objetivo é evitar que ela seja exposta a uma ‘revitimização’ ao falar repetidamente sobre o caso. “Ela vai falar uma vez só perante ao juiz, em procedimento acompanhado por assistente social e profissionais preparados”, explicou a delegada.

Segundo Gabriela, o caso veio à tona no último dia 31, quando a mãe desconfiou do comportamento da criança, que apresentava alguns sintomas. A menina foi encaminhada para atendimento médico, ocasião em que foi constatada a gravidez. A vítima alegou que o responsável seria o rapaz, com quem ela vinha se relacionando.

No entanto, apesar de para ela parecer um ‘namoro normal’, o caso é tratado como estupro vulnerável, já que a vítima tem menos de 14 anos e perante a Lei é incapaz de decidir sobre si. Após a constatação da gravidez, o Conselho Tutelar de Ivinhema foi acionado e o caso encaminhado à Delegacia de Polícia Civil, onde foi instaurado inquérito.

Jornal Midiamax