Polícia

Máscara e lençol com sangue foram encontrados em casa de vizinho que teria matado Carla

Durante a prisão de Marcos André Vilalba Carvalho de 21 anos, assassino de Carla Santana Magalhães de 25 anos, foi encontrado na casa dele um lençol com sangue e a máscara que a vítima usava no dia em que foi sequestrada de frente de sua casa no bairro Tiradentes. Equipes do Batalhão de Choque passaram […]

Thatiana Melo Publicado em 15/07/2020, às 06h41 - Atualizado às 12h11

Lençol foi encontrado ao lado de um fogão (Reprodução)
Lençol foi encontrado ao lado de um fogão (Reprodução) - Lençol foi encontrado ao lado de um fogão (Reprodução)

Durante a prisão de Marcos André Vilalba Carvalho de 21 anos, assassino de Carla Santana Magalhães de 25 anos, foi encontrado na casa dele um lençol com sangue e a máscara que a vítima usava no dia em que foi sequestrada de frente de sua casa no bairro Tiradentes.

Equipes do Batalhão de Choque passaram a intensificar o patrulhamento na região onde o suspeito morava após receber a informação de que o vizinho de Carla seria o seu assassino, sendo que na noite de segunda-feira (13) por volta das 22 horas, Marcos acabou preso. Ele teve a prisão decretada pela Justiça.

Máscara e lençol com sangue foram encontrados em casa de vizinho que teria matado Carla
Máscara encontrada na casa do assassino

Ele teria tentado correr, mas acabou alcançado e detido pelos policiais. Na casa de Marcos foi encontrado pelos policiais, um lençol sujo de sangue ao lado de um fogão e uma máscara suja de sangue. A motivação para o crime ainda não foi revelada.

Uma das hipóteses levantada pela polícia é de que Carla poderia ter sido vítima da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), no tribunal do crime, no entanto, não há informações sobre envolvimento de Carla com a facção criminosa.

Carla estava desaparecida desde o dia 30 de junho, quando saiu para ir a um mercado na companhia de uma amiga.  No dia do sequestro ela teria gritado por socorro. Ela teria gritado que estava sendo sequestrada antes de ser levada. A mãe da jovem estava assistindo televisão quando ouviu os gritos e ao sair, Carla já tinha sido levada.

A polícia investigava o sequestro e imagens de câmeras de segurança que ficavam em uma padaria já tinham sido analisadas, mas como as imagens estavam prejudicadas não tinha como ver o carro que havia levado a jovem. Áudios captados das imagens do dia do sequestro mostram que Carla teria sido levada por duas pessoas.

Jornal Midiamax