Polícia

Marcado julgamento por vídeo para rapaz que matou criança com tiro na barriga

Foi marcado para o dia 30 de junho o julgamento por videoconferência de Ivan Aliffer Albuquerque, acusado de matar a tiros o garoto de 11 anos, Luís Otávio Santana de Lima, em Sidrolândia a 70 quilômetros, em junho de 2019. A defesa na época alegou insanidade mental. A instrução e julgamento de Ivan foi determinada […]

Thatiana Melo Publicado em 08/06/2020, às 11h38 - Atualizado às 12h40

Criança foi obrigada a ajoelhar e rezar Pai-Nosso antes de ser morta (Arquivo)
Criança foi obrigada a ajoelhar e rezar Pai-Nosso antes de ser morta (Arquivo) - Criança foi obrigada a ajoelhar e rezar Pai-Nosso antes de ser morta (Arquivo)

Foi marcado para o dia 30 de junho o julgamento por videoconferência de Ivan Aliffer Albuquerque, acusado de matar a tiros o garoto de 11 anos, Luís Otávio Santana de Lima, em Sidrolândia a 70 quilômetros, em junho de 2019. A defesa na época alegou insanidade mental.

A instrução e julgamento de Ivan foi determinada na última sexta-feira (5) pelo juiz de direito Cláudio Pareja para que seja realizado por videoconferência e no dia 30 de junho às 14 horas. Ivan está preso no IPCG (Instituto Penal de Campo Grande).

Em outubro de 2019, a defesa entrou com pedido para que fossem feitos exames em Ivan que em 2010 já teria um parecer de um médico psiquiatra da APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de que o reú teria transtorno neuropsiquiátrico crônico incurável. Segundo a defesa do réu, a morte teria sido uma fatalidade em razão do certo desequilíbrio mental do acusado. Ainda de acordo com a defesa, o acusado afirmou que apesar da brincadeira idiota antes do momento fatídico, não tinha e não teve a intenção de ceifar a vida da vítima.

Em julho, o MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) denunciou Ivan que foi enquadrado no crime de homicídio doloso, quando há intenção de matar. Em 2018, Ivan havia sido denunciado pela mãe de Luís Otávio por violência doméstica.

O crime

Ivan teria assassinado o garoto após ter convidado a mãe e o outro irmão para fazerem um passeio para caçar jacaré em uma fazenda. Entretanto, em determinado momento na volta para à residência, o autor teria pedido para a criança ajoelhar e rezar o “Pai Nosso” e ao final da oração, o criminoso teria chamado as crianças de vagabundas.

Jornal Midiamax