Polícia

Defesa pede acompanhamento psicológico de jovem que matou namorada em acidente

A defesa do estudante de educação física Ricardo França Junior, responsável pelo acidente que causou a morte de Bárbara Wsttany Amorim Moreira, 21 anos, em Campo Grande, pediu acompanhamento psicológico do rapaz. “Procurei a própria unidade prisional para pedir esse acompanhamento já que ele está bem abalado com tudo”, afirmou o advogado João Ricardo. O […]

Dayene Paz Publicado em 20/07/2020, às 17h50 - Atualizado às 18h28

Ricardo está preso por homicídio doloso. Imagem: Divulgação
Ricardo está preso por homicídio doloso. Imagem: Divulgação - Ricardo está preso por homicídio doloso. Imagem: Divulgação

A defesa do estudante de educação física Ricardo França Junior, responsável pelo acidente que causou a morte de Bárbara Wsttany Amorim Moreira, 21 anos, em Campo Grande, pediu acompanhamento psicológico do rapaz. “Procurei a própria unidade prisional para pedir esse acompanhamento já que ele está bem abalado com tudo”, afirmou o advogado João Ricardo.

O advogado ainda informou que aguarda apreciação da Justiça sobre o pedido de revogação da prisão preventiva. Na última sexta-feira (17), a Polícia Civil concluiu o inquérito sobre o caso e manteve o indiciamento de Ricardo França por homicídio doloso. Ele ocupa uma das celas do PTran (Presídio de Trânsito).

Bárbara estava no banco do passageiro com o namorado Ricardo, quando o rapaz, que seguia em alta velocidade na via, perdeu o controle, bateu no muro de uma residência e capotou no bairro Cabreúva, em Campo Grande. A jovem morreu no local. Ricardo chegou a ser atendido, pois também teve ferimentos, depois foi preso.

“Todos os indícios coletados apontam para o que foi relatado no auto de prisão em flagrante, de embriaguez ao volante e homicídio doloso”, afirmou o delegado Ricardo Meirelles, da 1ª Delegacia de Polícia. “Todas as testemunhas ouvidas, antes do acidente no local onde ele comprou bebida, de populares e até socorristas, ajudaram a concluir que ele não ligou para o resultado ao dirigir bêbado, uma conduta irresponsável pela morte”, ressaltou.

Além de estar em uma velocidade “muito além” do permitido “não condizendo com horário, local, ele não tinha nenhuma justificativa para que corresse”, disse Meirelles. Sobre um desnível que possa ter ocasionado o acidente, o delegado afirma que seria “mais um motivo para que reduzisse a velocidade”.

Jornal Midiamax