Polícia

Cunhados presos com explosivo roubado vão cumprir prisão e recolhimento domiciliar

Rapaz de 26 anos e mulher de 24 anos, presos em flagrante na terça-feira (15) por guardarem grande quantidade de explosivos em uma casa no Jardim Aeroporto, em Campo Grande, não devem ir para o presídio inicialmente. Eles tiveram as prisões convertidas em recolhimento e prisão domiciliar. Os dois passaram por audiência de custódia nesta […]

Renata Portela Publicado em 17/12/2020, às 11h10

Explosivo poderia ser usado em roubos a bancos (Foto: Henrique Arakaki, Midiamax)
Explosivo poderia ser usado em roubos a bancos (Foto: Henrique Arakaki, Midiamax) - Explosivo poderia ser usado em roubos a bancos (Foto: Henrique Arakaki, Midiamax)

Rapaz de 26 anos e mulher de 24 anos, presos em flagrante na terça-feira (15) por guardarem grande quantidade de explosivos em uma casa no Jardim Aeroporto, em Campo Grande, não devem ir para o presídio inicialmente. Eles tiveram as prisões convertidas em recolhimento e prisão domiciliar.

Os dois passaram por audiência de custódia nesta quinta-feira (17). A mulher de 24 anos, que manteve relacionamento com um homem atualmente preso e que seria o dono dos explosivos, deve permanecer em recolhimento domiciliar noturno. Também nos finais de semana em período integral e feriados.

Já o rapaz que guardava as bananas de dinamite em casa ficara em prisão domiciliar, só podendo se ausentar com autorização judicial. Ele cunhado da mulher de 24 anos e alegou que guardou os explosivos em casa a pedido dela. Ambos negaram que recebiam dinheiro para guardarem o material.

Ainda em depoimento, a mulher revelou que o convivente, que está preso, seria o responsável pelos explosivos. O material foi roubado da pedreira São Luiz em dezembro de 2016 e a polícia acredita que tenha passado de mão em mão. A princípio não foi utilizada nenhuma quantidade dos explosivos, mas parte do material estaria pronto para uso.

A ação de apreensão histórica foi feita pela Denar (Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico) com apoio do Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assalto e Sequestro). As equipes fecharam o quarteirão durante a apreensão do material explosivo, suficiente para detonar toda a quadra caso fosse mal armazenado.

Jornal Midiamax