Polícia

Crianças de 8 e 10 anos fogem de casa e pedem ajuda a PMs após pai espancar a mãe

Assustadas duas crianças de 8 e 10 anos fugiram de casa durante a madrugada desta quinta-feira (12), em Santa Rita do Pardo a 267 quilômetros de Campo Grande para pedir ajuda no Batalhão da Polícia Militar depois de presenciarem a mãe de 28 anos ser espancada pelo pai de 42 anos. As crianças chegaram ao […]

Thatiana Melo Publicado em 12/11/2020, às 08h52 - Atualizado às 09h06

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Assustadas duas crianças de 8 e 10 anos fugiram de casa durante a madrugada desta quinta-feira (12), em Santa Rita do Pardo a 267 quilômetros de Campo Grande para pedir ajuda no Batalhão da Polícia Militar depois de presenciarem a mãe de 28 anos ser espancada pelo pai de 42 anos.

As crianças chegaram ao batalhão da polícia depois da meia-noite desta quinta (12) assustadas e pedindo por socorro aos militares depois da mãe ser agredida com socos e chutes e ser esganada pelo homem que a acusava de traição. O casal estava separado, mas morando na mesma residência.

Quando os policiais chegaram encontraram o casal sentado na cama com o homem segurando a mulher pelo braço e a acusando de traição. Ele foi preso em flagrante. A vítima disse que por não ter condições ainda estava morando na mesma casa que o ex-marido, até pelo fato do casal ter filhos em comum.

Ela ainda contou que foi xingada com palavras de baixo calão e o homem teria dito, “primeiro vou matar seus filhos, e depois mato você”. Ele foi levado para a delegacia.

Denuncie, peça ajuda

Existem dois números para contato: 180, que garante o anonimato de quem liga, e o 190. Importante lembrar que a Central de Atendimento à Mulher – 180 -, é um canal de atendimento telefônico, com foco no acolhimento, na orientação e no encaminhamento para os diversos serviços da rede de enfrentamento à violência contra as mulheres em todo o Brasil, mas não serve para emergências.

As ligações para o número 180 podem ser feitas por telefone móvel ou fixo, particular ou público. O serviço funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana, inclusive durante os finais de semana e feriados, já que a violência contra a mulher no Brasil é um problema sério no país.

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