Polícia

Arsenal tinha até dinamite e pode estar ligado a plano de roubo a bancos

O DOF (Departamento de Operações de Fronteira) suspeita que o arsenal apreendido neste domingo (09), em Ponta Porã, a 346 quilômetros de Campo Grande, na fronteira com o Paraguai, fosse usado por facções em roubos a bancos. Três homens foram presos, entre eles um campo-grandense de 25 anos, além de um carioca e o dono […]

Renan Nucci Publicado em 09/02/2020, às 12h26 - Atualizado em 10/02/2020, às 09h47

Armamento de grosso calibre apreendido pelo DOF. Foto: Divulgação
Armamento de grosso calibre apreendido pelo DOF. Foto: Divulgação - Armamento de grosso calibre apreendido pelo DOF. Foto: Divulgação
Arsenal tinha até dinamite e pode estar ligado a plano de roubo a bancos
Granadas apreendidas em ação policial. Foto: Divulgação

O DOF (Departamento de Operações de Fronteira) suspeita que o arsenal apreendido neste domingo (09), em Ponta Porã, a 346 quilômetros de Campo Grande, na fronteira com o Paraguai, fosse usado por facções em roubos a bancos. Três homens foram presos, entre eles um campo-grandense de 25 anos, além de um carioca e o dono da chácara onde o armamento foi localizado.

Conforme apurado, durante fiscalização, os policiais do DOF abordaram o trio que transitava em uma caminhonete blindada. O grupo entrou em contradição e não foi capaz de explicar com clareza o que fazia no local. Diante dos fatos, a equipe decidiu fazer uma vistoria na chácara em que eles estavam, onde havia 17 armas de grosso calibre, granadas e uma mochila com dinamite.

Ao todo eram fuzis 556 e 762, um fuzil .30, escopetas, uma metralhadora com carregador para 90 tiros, vários carregadores reserva, coletes à prova de bala, máscara de palhaço, aproximadamente mil munições e fios de detonadores de explosivo. O coronel Marcos Paulo Gimenez, comandante do DOF, afirmou que o aparato tem características de uso em roubos a banco, especialmente da modalidade ‘novo cangaço’.

Ele disse que o material será encaminhado à Defron (Delegacia Especializada de Repressão a Crimes de Fronteira) e periciado. Não é descartado que o grupo, ou até mesmo as armas e explosivos, estejam ligados à quadrilha que tentou assaltar carro forte na rodovia MS-156, sentido Caarapó a Amambai, em dezembro do ano passado. A ação terminou com criminosos mortos em confronto com a polícia.

Com informações de Sidnei Bronka

Jornal Midiamax