Polícia

Com pedido de prisão, assassino de motoentregador se apresenta a polícia

Se entregou a polícia na manhã desta terça-feira (18), Bruno César de Carvalho de 24 anos acusado do assassinato do motoentregador Emerson Salles da Silva, de 33 anos, que foi morto a tiros na noite de quinta-feira (13), em uma lanchonete na Avenida Mato Grosso, em Campo Grande. Neste momento, ele presta depoimento ao delegado […]

Thatiana Melo Publicado em 18/08/2020, às 09h06 - Atualizado às 11h09

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Se entregou a polícia na manhã desta terça-feira (18), Bruno César de Carvalho de 24 anos acusado do assassinato do motoentregador Emerson Salles da Silva, de 33 anos, que foi morto a tiros na noite de quinta-feira (13), em uma lanchonete na Avenida Mato Grosso, em Campo Grande.

Neste momento, ele presta depoimento ao delegado da 1º Delegacia de Polícia Civil, Mikail Farias. Já havia sido feito um pedido de prisão para Bruno. Emerson foi assassinado com três tiros, sendo que um acertou a cabeça da vítima, que morreu na Santa Casa de Campo Grande.

O crime teria ocorrido após discussão por motivo fútil com o colega. Eles teriam brigado após o autor do homicídio faltar ao serviço na quarta-feira (12) e deixar Emerson trabalhando sozinho como entregador da lanchonete, que fica na Avenida Mato Grosso.

Conforme apurado pelo Jornal Midiamax, na quarta-feira o autor do crime teria levado a motocicleta para arrumar e, por isso, avisou que Emerson trabalharia sozinho. Assim, os dois já tiveram uma primeira briga, em que trocaram xingamentos. Já na noite do crime, o autor estava conversando com um funcionário da lanchonete e perguntou se era Emerson quem iria lá. “Tomara que ele nem venha, se não ele vai ter o dele”, teria ameaçado o colega, momentos antes de Emerson chegar ao serviço.

Assim, logo que Emerson chegou ele e o colega iniciaram a discussão e depois começaram a se agredir. Com isso os dois teriam trocado socos e ainda foram ‘apartados’ pelas pessoas que estavam ali, mas brigaram novamente.

Foi então que o entregador sacou a arma de fogo, que não se sabe ao certo se estava na cintura ou na mochila. Neste momento ele fez os primeiros disparos e a dona da lanchonete implorava para que ele não matasse Emerson. Mesmo assim, ele deu mais um disparo na cabeça da vítima

Jornal Midiamax