Polícia

Rastros do PCC: celular de agente executado na fronteira será periciado em Assunção

O celular do agente Duilio Florenciani Gonzales, executado a tiros na manhã de quarta-feira (24), em Pedro Juan Caballero, na fronteira com o Paraguai passará por pericia em Assunção para se tentar descobrir os conteúdos do aparelho. Informações são de como o aparelho está bloqueado deve ser enviado para Assunção para que possa ser periciado, […]

Thatiana Melo Publicado em 25/04/2019, às 12h17

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O celular do agente Duilio Florenciani Gonzales, executado a tiros na manhã de quarta-feira (24), em Pedro Juan Caballero, na fronteira com o Paraguai passará por pericia em Assunção para se tentar descobrir os conteúdos do aparelho.

Informações são de como o aparelho está bloqueado deve ser enviado para Assunção para que possa ser periciado, e assim, poder se descobrir mensagens que possam ajudar a solucionar o assassinato. Acredita-se que o agente tinha ligações com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

A polícia encontrou no uniforme de Duilio um tablete 1 quilo e 22 gramas de pasta base de cocaína, que ele estava levando para o presídio onde trabalhava na fronteira. O agente foi assassinado com sete tiros, sendo quase todos na cabeça, por pistoleiros, que o alcançaram quando ia trabalhar.

(Colaborou Leo Veras/ Ponta Porã)

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