Polícia

Arrombadores de cofres deixaram prejuízo de R$ 500 mil e vendiam até atestado de óbito

Uma quadrilha especializada em arrombar cofres em Campo Grande foi presa por policiais da Derf (Delegacia Especializada de Roubos e Furto). Eles já teriam causado um prejuízo de mais de R$ 500 mil entre os furtos e danos causados nos locais invadidos. Um dos integrantes é um chaveiro especialista em arrombamento de cofres. Foram presos […]

Thatiana Melo Publicado em 04/06/2019, às 10h30 - Atualizado às 16h26

Foto: Minamar Júnior
Foto: Minamar Júnior - Foto: Minamar Júnior

Uma quadrilha especializada em arrombar cofres em Campo Grande foi presa por policiais da Derf (Delegacia Especializada de Roubos e Furto). Eles já teriam causado um prejuízo de mais de R$ 500 mil entre os furtos e danos causados nos locais invadidos. Um dos integrantes é um chaveiro especialista em arrombamento de cofres.

Foram presos Ivanilson Lobato Santos de 47 anos, Edmilton Dutra de Andrade de 53 anos e seu filho Wellington Yuri Vieira de Andrade de 28 anos, e Jhone Cleiton Moreira da Silva de 31 anos, irmão de Welington.

Desde o ano passado a quadrilha já havia cometido cinco arrombamentos a cofres de residências, lojas, centros médicos, joalherias. O prejuízo causado chegou a mais de R$ 500 mil. Um veículo Ford Ecosport foi apreendido com Edmilton, quando da sua prisão.

Ivanilson usava nomes falsos e conheceu seu comparsa Edmilton, quando os dois cumpriam pena em Minas Gerais. Os dois têm passagens por furto e estelionato. A quadrilha furtava joias e dinheiro. De uma joalheria eles chegaram a levar R$ 100 mil em joias, já de uma relojoaria foram furtados mais de R$ 25 mil em produtos.

De um cartório, a quadrilha chegou a furtar até atestados de óbito para serem negociados no mercado negro. “Eles não passavam vontade”, disse o delgado da Derf, Matheus Zampiere.

Arrombadores de cofres deixaram prejuízo de R$ 500 mil e vendiam até atestado de óbito

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