Polícia

Escola profissionalizante que cobrava por supostas vagas de trabalho é fechada

Após receber reclamações via whatsapp, o Procon de Campo Grande interditou uma escola técnica de ensino profissionalizante na manhã desta segunda-feira (29). A ação foi realizada em conjunto com a Decon (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo), e ficou caracterizada a infração de vários artigos do Código de Defesa do […]

Diego Alves Publicado em 29/04/2019, às 20h32 - Atualizado em 30/04/2019, às 13h01

Divulgação Procon
Divulgação Procon - Divulgação Procon

Após receber reclamações via whatsapp, o Procon de Campo Grande interditou uma escola técnica de ensino profissionalizante na manhã desta segunda-feira (29). A ação foi realizada em conjunto com a Decon (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo), e ficou caracterizada a infração de vários artigos do Código de Defesa do Consumidor.

De acordo com a denúncia, aos estudantes eram ofertadas, via redes sociais, vagas de empregos, porém tinham que comparecer pessoalmente ao local. Consumidores disseram que ao chegarem no endereço da escola era oferecido um “curso profissionalizante” como condição para o encaminhamento ao mercado de trabalho. Eram cobradas 18 parcelas de R$ 230 pelo “curso”.

A empresa não possuía qualquer documentação do curso ou mesmo alvará para funcionamento. O estabelecimento foi lacrado e os funcionários conduzidos à Decon.

À tarde, o Procon Campo Grande foi acionado novamente com a informação de que a empresa tinha desobedecido a ordem de suspenção das atividades. A denúncia foi comprovada pelos fiscais, investigadores e pelos peritos do Imol (Instituto Médico Odontológico Legal). Pela desobediência os responsáveis foram presos em flagrante e conduzidos à delegacia.

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