Polícia

Policiais civis definem calendário para pressionar Governo por reajuste salarial

Policiais Civis de Mato Grosso do Sul prometem fazer, na próxima terça-feira (30), uma manifestação em frente a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Centro durante sua inauguração em protesto pelo reajuste salarial da categoria, caso negociações anteriores falharem. A mobilização está integrada a demandas do Fórum dos Servidores estaduais. Neste sábado (27), 40...

Thatiana Melo Publicado em 27/04/2019, às 15h40 - Atualizado em 29/04/2019, às 09h46

Policiais durante assembleia no Sinpol. (Foto: Reprodução/Divulgação)
Policiais durante assembleia no Sinpol. (Foto: Reprodução/Divulgação) - Policiais durante assembleia no Sinpol. (Foto: Reprodução/Divulgação)

Policiais Civis de Mato Grosso do Sul prometem fazer, na próxima terça-feira (30), uma manifestação em frente a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Centro durante sua inauguração em protesto pelo reajuste salarial da categoria, caso negociações anteriores falharem. A mobilização está integrada a demandas do Fórum dos Servidores estaduais.

Neste sábado (27), 400 policiais se reuniram em assembleia para discutir diretrizes e rumos de negociação com o Governo do Estado. Segundo o presidente do Sinpol (Sindicato dos Policiais Civis de Mato Grosso do Sul), Giancarlo Côrrea Miranda, não houve por parte do Governo o cumprimento da promessa de equiparar o salário do policial ao 6º melhor do Brasil.

“A promessa não foi cumprida e hoje nós estamos em 20º em termos salariais no país, além disso, nossas promoções estão todas atrasadas, e isso é nosso direito”, disse Giancarlo. Ele ainda falou que o sindicato está aberto ao diálogo, e que, na próxima terça-feira (30) irão até a governadoria para tentar o diálogo sobre a retirada do abono de R$ 200.

Uma nova assembleia já estaria marcada para o dia 21 de maio e, caso não haja negociação satisfatória, uma paralisação seria desencadeada pelos servidores. “Não estamos tentando resolver tudo de uma única vez, mas podemos negociar de forma gradual. Nossos direitos não estão sendo cumpridos”, finalizou Giancarlo.

Na última quinta-feira (25) servidores da segurança lotaram o plenário da Assembleia Legislativa para protestar, após o anúncio do governo do Estado de que o abono de R$ 200 para algumas das categorias não será mantido neste ano. Também na quarta (25), um Fórum dos Servidores, entidade que reúne mais de 35 categorias ligadas aos servidores públicos do Estado, esteve reunida com a comissão formada por deputados estaduais, montada para acompanhar a negociação do reajuste salarial das categorias.

Jornal Midiamax