Polícia

Policiais civis estão entre presos durante investigação de milícia em Campo Grande

Três policiais civis, sendo um aposentado, estão entre os alvos da Operação Ormetá, que prendeu na manhã desta sexta-feira (27), em Campo Grande, o empresário Jamil Name e seu filho Jamil Name Filho suspeitos de envolvimento com uma organização criminosa que estaria envolvida em execuções na Capital. Os nomes dos policiais civis não foram divulgados. […]

Thatiana Melo Publicado em 27/09/2019, às 07h59 - Atualizado às 11h14

(Foto: Marcos Ermínio, Midiamax)
(Foto: Marcos Ermínio, Midiamax) - (Foto: Marcos Ermínio, Midiamax)

Três policiais civis, sendo um aposentado, estão entre os alvos da Operação Ormetá, que prendeu na manhã desta sexta-feira (27), em Campo Grande, o empresário Jamil Name e seu filho Jamil Name Filho suspeitos de envolvimento com uma organização criminosa que estaria envolvida em execuções na Capital.

Os nomes dos policiais civis não foram divulgados. A operação cumpre 44 mandados na Capital, sendo 13 mandados de prisão preventiva, 10 de prisão temporária e 21 de busca e apreensão. 17 equipes envolvendo o Garras (Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado), Gaeco (Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado) e Choque estão na operação.

Informações do delegado Fábio Peró, do Garras são de que o empresário Jamil Name e seu filho Jamil Name Filho seriam suspeitos de envolvimento com uma organização criminosa, uma milícia que estaria envolvida em execuções recentes na Capital.

Um armamento avaliado em pelo menos R$ 200 mil foi apreendido em maio deste ano, em uma casa no bairro Monte Líbano. O armamento que foi apreendido foi enviado a Polícia Federal de Brasília para passar por perícia. Os laudos da PF indicaram que o arsenal apreendido teria vindo de três países, México, Filipinas e Estados Unidos da América.

Jornal Midiamax