Polícia ainda não tem data para ouvir mulher esfaqueada e estuprada no Carioca

A polícia ainda não tem data para intimar e ouvir a mulher de 31 anos, que foi esfaqueada e estuprada no dia 29 de julho, no Jardim Carioca, em Campo Grande. Ela deixou a UTI (Unidade de Terapia Intensiva), no dia 6 deste mês depois de apresentar melhora em seu quadro clínico. A delegada da […]
| 09/08/2019
- 16:03
(Leonardo França
(Leonardo França - (Leonardo França

A polícia ainda não tem data para intimar e ouvir a mulher de 31 anos, que foi esfaqueada e estuprada no dia 29 de julho, no Jardim Carioca, em Campo Grande. Ela deixou a UTI (Unidade de Terapia Intensiva), no dia 6 deste mês depois de apresentar melhora em seu quadro clínico.

A delegada da Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher), Joilce Ramos disse que ainda não tem suspeitos para o crime, e que a data para ouvir a vítima vai ser marcada, mas sem previsão por enquanto.

A vítima foi atacada na manhã do dia 29 de julho, quando pegou um caminho ermo, aos fundos do Jardim Carioca. Ela foi arrastada, esfaqueada 13 vezes e ao ser socorrida pelo Corpo de Bombeiros, disse que foi abusada sexualmente pelo homem.

Uma testemunha contou que a mulher passava por uma ponte estreita sobre um córrego na região e o suspeito estaria em uma árvore, armado com a faca. Ele abordou a vítima e a arrastou para dentro da mata, momento em que cometeu o crime. A vítima foi encontrada com as calças abaixadas e ao ser socorrida teria dito que o homem abusou dela.

Após o crime, populares passaram a divulgar as imagens de um suspeito de furto na região dizendo que ele também seria autor do . O próprio suspeito do furto se entregou, afirmando que não era autor do ataque e levado para a Deam, testemunhas não o reconheceram. A delegada afirmou que foi constatado que o homem que havia se entregado não era a mesma pessoa que atacou a vítima. Diante dos fatos, ele foi liberado.

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