Polícia

PMA e Ibama prendem suspeito de caça por porte de ilegal de espingarda

A PMA (Polícia Militar Ambiental) e Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) prenderam um homem de 32 anos por porte ilegal de arma de fogo na noite da sexta-feira (13) durante um bloqueio em Novo Horizonte do Sul O infrator estava em uma motocicleta e, em sua cintura foi encontrada […]

Guilherme Cavalcante Publicado em 14/09/2019, às 22h02 - Atualizado às 22h21

Foto: Divulgação | PMA
Foto: Divulgação | PMA - Foto: Divulgação | PMA

A PMA (Polícia Militar Ambiental) e Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) prenderam um homem de 32 anos por porte ilegal de arma de fogo na noite da sexta-feira (13) durante um bloqueio em Novo Horizonte do Sul

O infrator estava em uma motocicleta e, em sua cintura foi encontrada uma espingarda de caça, marca Rossi calibre 28 e mais quatro munições deflagradas e duas intactas do mesmo calibre, sem documentação e foram apreendidas.

O infrator, que reside na cidade, afirmou que fora buscar a arma que lhe pertence em um assentamento, porém, a desconfiança é de que ele praticaria caça ilegal na região. O homem recebeu voz de prisão e foi conduzido à delegacia de Polícia Civil de Ivinhema, juntamente com o material apreendido, onde foi autuado por porte ilegal de arma. A pena para o crime é de dois a quatro anos de reclusão.

Como no ano passado, Ibama e PMA atuam em operação no período reprodutivo dos psitacídeos (papagaio, arara, periquitos, maritacas) a fim de combater o tráfico de animais silvestres, especialmente o papagaio.

Nesta primeira fase, a “Operação Bocaiúva I” envolve 43 policiais e fiscais e foi iniciada na quinta-feira (12), no intuito principal de evitar a retirada dos filhotes dos ninhos, tendo em vista, que depois da retirada das aves, mesmo quando se apreendem, os problemas à natureza e os custos econômicos, para cuidar dos animais até a reintrodução envolvem muito dinheiro público.

A região principal do problema de tráfico de papagaio e que é monitorada é basicamente a que constitui os municípios próximos às divisas com os estados de São Paulo e Paraná, como Jateí, Batayporã, Bataguassu, Ivinhema, Novo Horizonte do Sul, Anaurilândia, Santa Rita do Pardo, Nova Andradina, Três Lagoas e Brasilândia, além de Naviraí, Itaquiraí, Eldorado e Mundo Novo, porém, a operação está sendo realizada em todo o Estado, como em 2018, quando houve redução na retirada de filhotes de papagaios no Estado.

Nesta operação, com foco principal a evitar a retirada, ninhos estão sendo monitorados e fechadas as saídas do Estado com bloqueios, especialmente, nas saídas para o estado de São Paulo, que é o destino principal registrado dos filhotes de papagaios traficados em Mato Grosso do Sul.

Jornal Midiamax