Polícia

Perícia tenta localizar parentes de homem que morreu na Afonso Pena

Peritos do Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal) tentam localizar familiares de Daniel Waldemar da Silva, de 46 anos, que morreu no final da tarde desta quinta-feira (27), no cruzamento da Avenida Afonso Pena com a Rua Rui Barbosa, no Centro de Campo Grande. Conforme apurado, a vítima foi resgatada pelo Corpo de Bombeiros […]

Renan Nucci Publicado em 28/06/2019, às 15h33 - Atualizado às 18h30

Corpo de Daniel está no Imol, em Campo Grande. Foto: 94 FM Dourados
Corpo de Daniel está no Imol, em Campo Grande. Foto: 94 FM Dourados - Corpo de Daniel está no Imol, em Campo Grande. Foto: 94 FM Dourados

Peritos do Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal) tentam localizar familiares de Daniel Waldemar da Silva, de 46 anos, que morreu no final da tarde desta quinta-feira (27), no cruzamento da Avenida Afonso Pena com a Rua Rui Barbosa, no Centro de Campo Grande.

Conforme apurado, a vítima foi resgatada pelo Corpo de Bombeiros e encaminhada a uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento), onde o óbito foi constatado às 17h34. Como o homem não estava com documentos, foi encaminhado para o Imol para exame necroscópico, para identificar as causas da morte, e coleta de digitais, para fazer a identificação.

Nesta sexta-feira foi constatado se tratar de Daniel, vítima de infarto. O homem tem várias passagens pela polícia por roubo, furtos, estupro e consumo de drogas e, de acordo com a Polícia Civil, chegou a cumprir pena em regimes abertos e fechados. Em 2016, chegou a ser preso em Dourados por furtar quatro saias em uma loja. Atualmente se encontrava em liberdade.

Ele não tem irmãos e a polícia não conseguiu encontrar endereços dos pais. A perícia ressalta ser importante que os parentes compareçam ao Imol para fazer a liberação do corpo, já que a vítima pode ficar na câmara fria por no máximo 60 dias. Depois acaba sendo enterrada como indigente.

Jornal Midiamax