Polícia

Laudo de necrópsia vai confirmar como morreu mulher encontrada em BR

Laudo de necropsia a ser realizado por peritos do Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal) é visto como peça chave para que seja esclarecida a morte de uma mulher, de 47 anos, que foi encontrada às margens da BR-262 na manhã da sexta-feira (19), em Campo Grande. A principal suspeita da Polícia Civil é […]

Renan Nucci Publicado em 24/04/2019, às 14h13 - Atualizado às 18h16

Foto: Renan Nucci
Foto: Renan Nucci - Foto: Renan Nucci

Laudo de necropsia a ser realizado por peritos do Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal) é visto como peça chave para que seja esclarecida a morte de uma mulher, de 47 anos, que foi encontrada às margens da BR-262 na manhã da sexta-feira (19), em Campo Grande. A principal suspeita da Polícia Civil é de que a vítima tenha cometido suicídio.

Ontem, o delegado João Reis Belo, da 5ª Delegacia de Polícia, responsável pelo inquérito, ouviu o pai dela. Apesar de não dar detalhes sobre o depoimento, até porque a família está muito abalada, o delegado disse que não haviam informações que apontassem para outro caminho. “O depoimento foi muito difícil, o pai chorou bastante”, afirmou Reis.

O delegado crê que, de fato, a vítima tenha tirado a própria vida, no entanto, depende da confirmação pelos laudos que vão trazer informações complementares. “O laudo do Imol é muito importante porque vai mostrar o que causou a morte”, explicou ele. Neste sentido, o resultado poderá ratificar a suspeita da polícia ou então trazer um novo cenário, como homicídio.

Também é esperado resultado de laudo de local de morte feito pelo Ialf (Instituto de Análises Laboratoriais Forenses). Os dois exames devem ficar prontos em 20 dias. Conforme noticiado, a vítima foi encontrada ao lado do carro na rodovia, pendurada pelo pescoço em uma árvore, apontando para suicídio. Porém, como nas proximidades havia cacos de vidro e manchas de sangue, a polícia passou a considerar que alguém poderia tê-la matado e simulado o suicídio. O caso foi registrado como morte a esclarecer.

Jornal Midiamax