Polícia

Jovem é indiciado por buscar menina de 12 anos na escola e estuprar em motel

Jovem de 19 anos foi indiciado por estupro de uma menina de 12 anos. Os dois teriam se conhecido por meio de grupo de WhatsApp. A mãe descobriu o caso depois que a menina faltou à escola, e denunciou o caso à Polícia Civil. O suspeito já tem passagens como menor infrator, mas não encontra-se […]

Renan Nucci Publicado em 17/12/2019, às 17h00 - Atualizado às 17h25

Foto: Ilustração, Web
Foto: Ilustração, Web - Foto: Ilustração, Web

Jovem de 19 anos foi indiciado por estupro de uma menina de 12 anos. Os dois teriam se conhecido por meio de grupo de WhatsApp. A mãe descobriu o caso depois que a menina faltou à escola, e denunciou o caso à Polícia Civil. O suspeito já tem passagens como menor infrator, mas não encontra-se preso conforme registro de histórico de procedimentos policiais.

A mãe, que registrou boletim de ocorrência na Deam (Delegacia de Atendimento à Mulher), relatou que os fatos ocorreram no dia 16 de setembro. Na ocasião, a mulher disse que levou a filha para a escola, mas foi informada que pela direção que a menina havia faltado a aula. Por volta das 17 horas, a garota voltou e disse que havia passado a tarde com uma amiga.

“Eu fui atrás dessa amiga e descobri que ela não tinha ido lá”, comentou a mãe. Como a menina estava assustada e tensa, ao chegarem em casa, a mulher decidiu examinar a filha e encontrou vestígios de sangue, ocasião em que descobriu que havia sido levada para um motel e estuprada – o Artigo 217 do código penal afirma que comete estupro de vulnerável quem se relaciona com uma pessoa menor de 14 anos, mesmo com consentimento.

Diante dos fatos, a garota disse que havia conhecido o rapaz em um grupo de WhatsApp e saído com ele. “Ela ficou em choque, estava muito assustada”, disse. No mesmo dia o caso foi denunciado e a vítima foi submetida a exames que confirmaram o estupro. Desde então, a menina tentou suicídio, tem feito tratamento psicológico e toma remédios controlados. A mãe só espera que o responsável seja preso e responde pelo crime. “Não pode ficar solta, ela [filha] está sofrendo muito”. O caso foi investigado pela DEPCA (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente).

Jornal Midiamax