Polícia

Golpista pagou R$ 300 por documentos falsos com nome de major morto em Bonito

Ezio Miranda Fernandes de 52 anos, preso por usar documentos falsos em nome do major do Exército, Paulo Setterval, assassinado a facadas em Bonito, disse em depoimento que comprou o RG falsificado por R$ 300. Ainda segundo o depoimento de Ezio, ele teria ficado sabendo há aproximadamente 1 mês que uma pessoa no bairro estava […]

Thatiana Melo Publicado em 24/04/2019, às 09h22 - Atualizado às 15h45

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Ezio Miranda Fernandes de 52 anos, preso por usar documentos falsos em nome do major do Exército, Paulo Setterval, assassinado a facadas em Bonito, disse em depoimento que comprou o RG falsificado por R$ 300.

Ainda segundo o depoimento de Ezio, ele teria ficado sabendo há aproximadamente 1 mês que uma pessoa no bairro estava vendendo documentos falsos, então, teria ido até a casa da pessoa e comprado o documento pelo valor de R$ 300.

Para a polícia, ele disse não saber o endereço exato do homem, apenas, que sabia chegar ao local. Ezio seria instalador de ar-condicionado e teria uma renda mensal de R$ 3.500. Segundo Ezio a intenção dele era obter lucro comprando objetos com o documento falso e revendendo. O homem que teria vendido a ele o RG seria forte, baixo, moreno, cabelos curtos e teria aproximadamente 30 anos.

Já Wallyson negou aos policiais que estaria envolvido no crime, e que teria apenas ganhado de seu irmão uma televisão – o aparelho foi comprado por Ezio com o documento falso. Jallyson também negou envolvimento no crime e disse ter sido abordado por Ezio na porta da loja, e que ele havia oferecido as televisões para ele.

Já sobre a arma encontrada em sua casa, Jallyson afirmou ter comprado de um homem que não se lembra o nome, em sua oficina, pelo valor de R$ 5 mil.

O crime foi descoberto depois que um vendedor desconfiou dos documentos apresentados por Ezio, na tentativa de comprar uma motocicleta de R$ 16 mil.  Os documentos estavam com o nome do major do Exército, Paulo Setterval.

Jornal Midiamax