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Polícia

Força-tarefa é montada para localizar adolescentes que fugiram de Unei

A Polícia Civil e Polícia Militar montam uma força-tarefa para localizar os adolescentes que fugiram da Unei (Unidade Educacional de Internação) Dom Bosco, em Campo Grande, na madrugada desta segunda-feira (16). A informação foi confirmada pela Sejusp-MS (Secretaria de Estado, de Justiça e Segurança Pública de Mato Grosso do Sul). Até o momento, apenas um […]
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Unei Dom Bosco (Arquivo
Unei Dom Bosco (Arquivo

A Polícia Civil e Polícia Militar montam uma força-tarefa para localizar os adolescentes que fugiram da Unei (Unidade Educacional de Internação) Dom Bosco, em , na madrugada desta segunda-feira (16). A informação foi confirmada pela Sejusp-MS (Secretaria de Estado, de Justiça e Segurança Pública de Mato Grosso do Sul).

Até o momento, apenas um dos adolescentes foi recapturado dos 26 que fugiram da unidade. Ele foi localizado ainda nas proximidades da . A SAS (Superintendência de Medidas Socioeducativas), responsável pelas Unidades Educacionais de Internação de Mato Grosso do Sul, abriu procedimento administrativo para averiguar os fatos.

O motim começou quando servidores de plantão foram atender simulação de briga entre os jovens no Pavilhão B. Eles acabaram rendendo os agentes e fugindo. Durante a ação um servidor ficou ferido, e imediatamente equipes da Polícia Militar e do foram chamadas para realizarem as buscas.

“Vivemos momentos de terror”, relatou um agente de 50 anos que há 19 trabalha nas unidades de Campo Grande. Ele contou ao Midiamax que os adolescentes do Pavilhão B simularam que um dos internos era espancado e os agentes de plantão, 5 no total, foram intervir. “Quando chegamos na cela, o cadeado já estava aberto”, contou.

Ao menos 20 adolescentes já estavam no corredor e começaram a agredir os agentes. Ele foi feito refém, algemado e espancado com golpes de barra de ferro na cabeça. Durante o motim os internos ainda jogaram um produto químico nos olhos do agente. Alguns adolescentes fugiram pelo portão, com as chaves dos funcionários, enquanto outros pularam o muro.

Ao todo 26 fugiram. “Não morremos por sorte, porque eles queriam matar todos nós”, relatou ainda outro funcionário. Com a fuga ainda foi exposta a falta de segurança na unidade, onde os agentes trabalham desarmados e ainda há falhas nos sistemas de monitoramento.

Na manhã desta terça-feira (17), mães de internos da se reuniram na frente do Fórum de Campo Grande. Elas pedem melhorias na unidade e denunciam que os filhos sofrem tortura.

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