Polícia

Execução na fronteira pode ter ligação com crime organizado

A polícia investiga se a execução de um homem na fronteira com o Paraguai teria ligação com o crime organizado. Identificada, a princípio, como Bruno Pereira de Souza, de 34 anos, a vítima foi executada quando chegava na casa da namorada, no bairro São João, em Ponta Porã, quando foi surpreendida por pistoleiros, no último […]

Maisse Cunha Publicado em 30/03/2019, às 14h05 - Atualizado em 04/04/2019, às 13h27

Morte pode ter sido acerto de contas do crime organizado (Foto: reprodução/Porã News)
Morte pode ter sido acerto de contas do crime organizado (Foto: reprodução/Porã News) - Morte pode ter sido acerto de contas do crime organizado (Foto: reprodução/Porã News)

A polícia investiga se a execução de um homem na fronteira com o Paraguai teria ligação com o crime organizado. Identificada, a princípio, como Bruno Pereira de Souza, de 34 anos, a vítima foi executada quando chegava na casa da namorada, no bairro São João, em Ponta Porã, quando foi surpreendida por pistoleiros, no último domingo (24).

Durante diligências, entretanto, o SIG (Setor de Investigações Gerais) descobriu que Bruno Pereira, vulgo “Fortaleza”, na verdade seria Alan Fernandes de Souza. Pela configuração do crime, as autoridades suspeitam que a morte possa ser um acerto de contas do crime organizado.

Familiares disseram que a vítima havia desaparecido há tempos, revelando que souberam da execução quando a morte foi noticiada. O corpo de Alan será enterrado em sua cidade natal. Conforme o Porã News, investigadores agora tentam descobrir o conteúdo de uma mala, subtraída do veículo momentos antes da execução.

Imagens que circulam nas redes sociais e câmeras de monitoramento próximas ao local do crime podem ajudar na elucidação da execução.

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