Polícia

Mulher esfaqueada e estuprada no Jardim Carioca continua em estado grave

Atacada por um homem na última segunda-feira (29), uma mulher de 30 anos continua internada na Santa Casa de Campo Grande em estado grave. A vítima foi esfaqueada em uma mata no Jardim Carioca e teria sofrido abuso sexual, fato que é investigado pela Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher). Uma testemunha contou que […]

Dayene Paz Publicado em 01/08/2019, às 19h05 - Atualizado em 02/08/2019, às 08h19

Local onde ocorreu crime. (Foto: Leonardo de França, Jornal Midiamax)
Local onde ocorreu crime. (Foto: Leonardo de França, Jornal Midiamax) - Local onde ocorreu crime. (Foto: Leonardo de França, Jornal Midiamax)

Atacada por um homem na última segunda-feira (29), uma mulher de 30 anos continua internada na Santa Casa de Campo Grande em estado grave. A vítima foi esfaqueada em uma mata no Jardim Carioca e teria sofrido abuso sexual, fato que é investigado pela Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher).

Uma testemunha contou que a mulher passava por uma ponte estreita sobre um córrego na região e o suspeito estaria embaixo de uma árvore, quando abordou a vítima e a arrastou para dentro da mata. Ela foi esfaqueada por nove vezes, sendo atingida no pescoço, abdômen e braços. A vítima foi encontrada com as calças abaixadas e ao ser socorrida teria dito que o homem abusou dela.

Após o crime, populares passaram a divulgar as imagens de um suspeito de furto na região dizendo que ele também seria autor do estupro. O homem de 28 anos procurou na terça-feira (30) a Polícia Militar, onde negou as acusações e disse que pretendia esclarecer os fatos. “Ele disse que estavam espalhando a imagem dele dizendo que ele cometeu o estupro, então com medo de represálias, decidiu se entregar e confessou um furto ocorrido no domingo”, declarou a PM.

Ele foi levado para a Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher), onde três testemunhas foram ao local para fazer o reconhecimento, já que viram o suspeito com uma faca em cima de uma árvore no dia do crime. A delegada Joilce Silveira Ramos afirmou que foi constatado que o homem que havia se entregado não era a mesma pessoa que atacou a vítima.Diante dos fatos, ele foi liberado.

“Foi requisitada coleta de material genético da vítima para saber se houve estupro ou não, porque até o momento não foi confirmado. O local e os indícios indicam que sim, porque ela estava com a calcinha abaixada até a metade das pernas, então muito provavelmente também foi estuprada”, disse a delegada. Denúncias podem ser enviadas ao telefone 67 9 9987 – 9035.

Jornal Midiamax