Polícia

Delegado preso por assassinato fica no Garras até decisão judicial

O delegado Fernando Araújo da Cruz Júnior, titular da Deaji (Delegacia de Atendimento a Infância, Juventude e do Idoso) de Corumbá, a 444 quilômetros de Campo Grande, ficará no Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Bancos, Assaltos e Sequestros) até decisão judicial para transferência. O delegado Fábio Peró informou ao Jornal Midiamax, que […]

Dayene Paz Publicado em 01/04/2019, às 17h50 - Atualizado em 02/04/2019, às 08h34

Foto: Capital do Pantanal
Foto: Capital do Pantanal - Foto: Capital do Pantanal

O delegado Fernando Araújo da Cruz Júnior, titular da Deaji (Delegacia de Atendimento a Infância, Juventude e do Idoso) de Corumbá, a 444 quilômetros de Campo Grande, ficará no Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Bancos, Assaltos e Sequestros) até decisão judicial para transferência.

O delegado Fábio Peró informou ao Jornal Midiamax, que ainda aguarda a autorização da Justiça, que pode sair nesta terça-feira (2) para que Fernando seja encaminhado ao Presídio Militar da Capital.

Fernando foi preso na sexta-feira (29), suspeito de participação no assassinato do boliviano Alfredo Rangel Weber dentro de uma ambulância, no último dia 23 de fevereiro. Alfredo teria sido sócio de Odacir Santos Correa, ex-barão do narcotráfico preso pela Polícia Federal na Operação Nevada, em 2003. Odacir, que atualmente cumpre pena de 14 anos por tráfico internacional de drogas, também seria ex-marido de Sílvia Aguilera, atual mulher do delegado e filha de Asis Aguilera Petzold.

No dia do assassinato, Alfredo teria encontrado Sílvia e cobrado uma dívida de seu ex-marido, Odacir. Ele teria ameaçado a mulher e o delegado teria intervindo e esfaqueado três vezes o boliviano. Fernando teria armado, ainda, emboscada para interceptar a ambulância que transportava Alfredo à Corumbá, após piora em seu estado de saúde.

Jornal Midiamax