Polícia

Defesa de Jamil Name diz que não teve acesso a processo e que empresário está surpreso com prisão

O advogado André Borges disse a imprensa na manhã desta sexta-feira (27), que Jamil Name, preso por equipe do Garras em uma operação contra uma organização criminosa, estaria surpreso com a situação. “Ele está surpreso com a situação, mas está tranquilo”, disse Borges. O advogado ainda falou que ainda não sabe as razões dos mandados […]

Thatiana Melo Publicado em 27/09/2019, às 10h28 - Atualizado às 12h53

Defesa pede acesso a processo (Marcos Ermínio, Midiamax)
Defesa pede acesso a processo (Marcos Ermínio, Midiamax) - Defesa pede acesso a processo (Marcos Ermínio, Midiamax)

O advogado André Borges disse a imprensa na manhã desta sexta-feira (27), que Jamil Name, preso por equipe do Garras em uma operação contra uma organização criminosa, estaria surpreso com a situação.

“Ele está surpreso com a situação, mas está tranquilo”, disse Borges. O advogado ainda falou que ainda não sabe as razões dos mandados e que não teve acesso ao processo. Segundo Borges a ação seria restritiva de direito de seu cliente, que acompanha as buscas feitas na sua residência.

André Borges ainda disse, “Os tempos são estranhos, e vamos ao Fórum implorar ao magistrado cópia da decisão”. Borges ainda falou que foi informado pelo Gaeco que vistas ao processo não haviam sido liberadas por que a operação ainda estaria em andamento.

Jamil Name e Jamil Name Filho são suspeitos de chefiarem uma organização criminosa que estaria envolvida em execuções recentes na Capital. Durante a deflagração da operação Ormetá foram cumpridos 44 mandados e policiais civis, guardas-municipais, um policial federal e um ex-militar do Exército foram presos.

Em maio deste ano equipes do Garras apreenderam em uma residência, no bairro Monte Líbano, um arsenal avaliado em R$ 200 mil. O armamento foi apreendido e foi enviado a Polícia Federal de Brasília para passar por perícia. Os laudos da PF indicaram que o arsenal apreendido em uma casa no bairro Monte Líbano, em Campo Grande, em maio deste ano teria vindo de três países, México, Filipinas e Estados Unidos da América.

Jornal Midiamax