Polícia

Celular é bloqueado e WhatsApp clonado após homem anunciar na OLX

Homem de 34 anos procurou a delegacia nesse sábado (3), após ser mais uma vítima de estelionato ao publicar anúncio em site de vendas e ter seu telefone e WhatsApp bloqueados e pedidos de quantia em dinheiro feitas para seus contatos. Ele relatou que havia publicado um anúncio no site de vendas da OLX e […]

Mariana Rodrigues Publicado em 04/08/2019, às 09h17 - Atualizado às 09h20

Foto: Ilustrativa
Foto: Ilustrativa - Foto: Ilustrativa

Homem de 34 anos procurou a delegacia nesse sábado (3), após ser mais uma vítima de estelionato ao publicar anúncio em site de vendas e ter seu telefone e WhatsApp bloqueados e pedidos de quantia em dinheiro feitas para seus contatos.

Ele relatou que havia publicado um anúncio no site de vendas da OLX e logo em seguida recebeu uma ligação de um número com DDD de São Paulo, onde uma pessoa, se identificando como funcionária do site disse que a vítima receberia uma mensagem com um link para que retornasse confirmando a mesma, e que somente assim o anúncio seria validado naquela página.

Ele fez conforme o orientado pela suposta funcionária do site e após isso perdeu seu número através do qual utilizava o aplicativo WhatsApp. Logo em seguida alguém começou a utilizar o número da vítima no aplicativo em questão e enviou mensagens para diversos contatos pedindo para que os mesmos fizessem transferências em dinheiro para uma conta indicada por esta pessoa, alegando que seu limite de transferência de valores havia sido ultrapassado.

A vítima só tomou conhecimento do caso após uma conhecida que é delegada de Polícia, telefonar para a mãe da vítima explicando o que estava acontecendo, ocasião em que a vítima percebeu tratar-se de um golpe.

Ele conseguiu recuperar o seu contato de aplicativo, onde recuperou alguns históricos de conversas que eram compatíveis com as solicitações de transferência e o motivo para elas. A vítima não sabe dizer se alguma das pessoas contatadas pelo autor realizou depósito para o mesmo. O caso foi registrado como estelionato na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Centro.

Jornal Midiamax