Polícia

Caixas com bebidas, estimulantes sexual e celulares são apreendidas no presídio da Capital

Caixas com bebidas, estimulantes sexual, celulares entre outros, foram apreendidas nesta sexta-feira (29) no Instituto Penal, localizado no complexo penitenciário de Campo Grande, no Jardim Noroeste. De acordo com a polícia, foi feita apreensão das mercadorias ilícitas no interior de um caminhão carregado de produtos de alimentação que seriam entregues no Instituto Penal. A empr...

Diego Alves Publicado em 30/03/2019, às 00h04 - Atualizado às 12h33

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Caixas com bebidas, estimulantes sexual, celulares entre outros, foram apreendidas nesta sexta-feira (29) no Instituto Penal, localizado no complexo penitenciário de Campo Grande, no Jardim Noroeste.

De acordo com a polícia, foi feita apreensão das mercadorias ilícitas no interior de um caminhão carregado de produtos de alimentação que seriam entregues no Instituto Penal. A empresa responsável pelo caminhão fica localizada na Avenida Costa e Silva.

Foi constatado que o caminhão foi carregado por dois funcionários, que são do regime semiaberto e que prestam serviço na empresa. A apreensão foi feita por agentes penitenciários.

Ao fazer a revista no armário de ambos, foi localizada duas garrafas de bebidas alcoólicas sem nenhum rótulo. A mercadoria apreendida foi camuflada em caixas de alimentos que chegaram lacradas com fita adesiva no presídio.

Dentro das caixas foram localizados celulares, chips de telefone, carregadores, bonés, camisetas e comprimidos de estimulante sexual. Segundo informações dos agentes penitenciários, os servidores já estavam a alguns dias realizando uma operação de rotina mais intensificada para coibir a entrada de ilícitos no interior do estabelecimento penal.

No Instituto Penal, o caminhão chegou lacrado e conduzido por um motorista que começou a trabalhar a cerca de três a quatro dias na empresa, diz a polícia. Ele contou que recebe o caminhão lacrado e apenas o leva para ser descarregado no interior do presidio, onde o lacre é aberto pela nutricionista na presença de um agente penitenciário. O caso foi registrado na Depac Centro.

Jornal Midiamax