Polícia

Autor de homicídio em bar diz que esfaqueou a vítima ‘com gosto e vontade’

Na tarde de domingo (20), Edemar Gabilan Recaldi de 31 anos foi morto a facadas em um bar de Jardim, cidade que fica a 239 quilômetros de Campo Grande. O autor do crime, Edeuclides Fernandes, também de 31 anos, confirmou o homicídio e ainda disse que matou a vítima ‘com gosto de vontade’. Segundo informações […]

Renata Portela Publicado em 21/10/2019, às 07h59 - Atualizado às 13h31

O homem foi preso em flagrante (Foto: PM)
O homem foi preso em flagrante (Foto: PM) - O homem foi preso em flagrante (Foto: PM)

Na tarde de domingo (20), Edemar Gabilan Recaldi de 31 anos foi morto a facadas em um bar de Jardim, cidade que fica a 239 quilômetros de Campo Grande. O autor do crime, Edeuclides Fernandes, também de 31 anos, confirmou o homicídio e ainda disse que matou a vítima ‘com gosto de vontade’.

Segundo informações da Polícia Militar, testemunhas chamaram uma equipe para ir até o bar onde Edeuclides estaria esfaqueando Edemar. No local eles encontraram a vítima caída no chão com vários ferimentos e acionaram também o Corpo de Bombeiros. O dono do bar contou que o autor do crime tinha fugido a pé com a faca em mãos.

Os militares fizeram buscas e encontraram Edeuclides a aproximadamente 500 metros do bar. O homem ainda teria tentado partir para cima dos policiais com a faca, quando um policial deu um tiro de borracha, atingindo o suspeito nas costas. Ele então levantou as mãos e se entregou.

Foi constatado que Edemar não resistiu aos ferimentos e morreu assim que deu entrada no centro cirúrgico do hospital. Ele tinha sete ferimentos, três no braço direito, dois nas costas, um no tórax e um na coxa direita. Na delegacia, Edeuclides confirmou o crime e disse que matou por conta de uma dívida.

Ainda durante o depoimento, o homem disse “Esfaqueei ele com gosto e vontade, para acabar com esse verme”. O dono do bar ainda teria dado dinheiro para que Edeuclides parasse de esfaquear a vítima e o valor foi apreendido com ele, além da faca usada no crime. O caso é tratado como homicídio qualificado por motivo fútil e resistência.

Jornal Midiamax