Polícia

Atendente procura a polícia e acusa vereador de armar confusão em loja por causa de dívida

Atendente de um depósito de materiais para construção de Tacuru procurou a delegacia da cidade na tarde desta quarta-feira (30), para denunciar suposta confusão armada pelo vereador João Baresi (PTB). À polícia, a vítima disse que o parlamentar teria se alterado e chegado a dar socos no balcão por discordar de uma dívida lançada em […]

Clayton Neves Publicado em 30/01/2019, às 18h23 - Atualizado às 18h49

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Atendente de um depósito de materiais para construção de Tacuru procurou a delegacia da cidade na tarde desta quarta-feira (30), para denunciar suposta confusão armada pelo vereador João Baresi (PTB). À polícia, a vítima disse que o parlamentar teria se alterado e chegado a dar socos no balcão por discordar de uma dívida lançada em uma nota. Ao Jornal Midiamax, o vereador confirma o desentendimento, no entanto, nega que tenha maltratado a funcionária ou batido na bancada da recepção da loja.

De acordo com informações do Boletim de Ocorrência, Baresi chegou ao depósito por volta das 15 horas desta terça-feira (29) e, segundo a atendente, teria questionado um valor que estava pendente em uma nota e insinuado que a funcionária não havia descontado a quantia que, conforme o parlamentar, teria sido paga no mês anterior.

Para a polícia, a vítima contou que João estava nervoso e teria se alterado alterado. Com medo, a trabalhadora teria acionado equipe da Polícia Militar.

Procurado, o vereador confirmou desentendimento na cobrança de duas latas de tintas que, segundo ele, teriam sido pagas pelo filho. “Eu puxei o extrato do meu cartão e lá aparece que fiz o pagamento que eles estavam me cobrando novamente”, afirma.

Baresi explica que teria se revoltado quando, segundo ele, a funcionária da loja teria insinuado que o filho do parlamentar havia mentido sobre o pagamento das tintas por ser desonesto. Ainda assim, ele nega que tenha desrespeitado atendente.

“Conheço meu filho há 24 anos e sei da indole dele. O  máximo que aconteceu foi eu ter levantado meu tom de voz porque normalmente falo alto, está tudo registrado nas câmeras de segurança de lá, não maltratei ninguém muito menos dei soco no balcão”, relata.

O caso foi registrado como injúria na delegacia do município e é investigado pela Polícia Civil.

Jornal Midiamax