Polícia

Após autuar 151 empresas, Exército fiscaliza comércio de armas e munições em MS

O Sistema de Fiscalização de Produtos Controlados do Exército Brasileiro iniciou nesta terça-feira (24), a nona edição da Operação Alta Pressão. A ação tem como finalidade fiscalizar o comércio, o tráfego e a utilização de armas de fogo, munições e insumos, em empresas cadastradas em Mato Grosso do Sul. Também haverá fiscalização no Mato Grosso […]

Renan Nucci Publicado em 24/09/2019, às 14h06

Militares do Exército Brasileiro durante fiscalização. Foto: Divulgação
Militares do Exército Brasileiro durante fiscalização. Foto: Divulgação - Militares do Exército Brasileiro durante fiscalização. Foto: Divulgação

O Sistema de Fiscalização de Produtos Controlados do Exército Brasileiro iniciou nesta terça-feira (24), a nona edição da Operação Alta Pressão. A ação tem como finalidade fiscalizar o comércio, o tráfego e a utilização de armas de fogo, munições e insumos, em empresas cadastradas em Mato Grosso do Sul.

Também haverá fiscalização no Mato Grosso e no município de Aragarças-GO.  Ao todo, participam 16 equipes compostas por cerca de 57 fiscais militares que têm apoio de Órgãos de Segurança e Ordem Pública e de Agências Governamentais.

Serão verificadas as documentações, condições de segurança, armazenamento, comercialização e o transporte, com base nas normas em vigor. A fiscalização poderá se estender a outros produtos controlados pelo Exército.

Na edição anterior da Operação Alta Pressão, em todo o país, foram apreendidas 140.797 munições, 416 armas de fogo, sete armas de pressão e quatro lunetas de uso restrito. 151 empresas foram autuadas por irregularidades administrativas no trato com Produtos Controlados pelo Exército (PCE).

“Desde a primeira operação do gênero, ocorrida em 2015, foi possível constatar uma significativa redução no comércio indevido de armas e munições, no âmbito regional e nacional.  Todo esse empenho tem como objetivo coibir o cometimento de ilícitos com o uso desses produtos controlados, contribuindo, significantemente, para a segurança da sociedade e a preservação da ordem pública”, afirma o Exército em nota.

Jornal Midiamax