Polícia

Apesar de ‘selar’ drogas do PCC, Minotauro não é maçom, garante grão-mestre paraguaio

Após a apreensão de duas toneladas de cocaína em dois veículos na cidade Yby Yaú no departamento de Concepción no Paraguai, na noite de quarta-feira (6) os policiais descobriram que a droga estava ‘selada’ com a marca da maçonaria. A carga de cocaína seria da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), com quem ‘Minotauro’ […]

Thatiana Melo Publicado em 08/02/2019, às 09h12 - Atualizado às 10h09

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Após a apreensão de duas toneladas de cocaína em dois veículos na cidade Yby Yaú no departamento de Concepción no Paraguai, na noite de quarta-feira (6) os policiais descobriram que a droga estava ‘selada’ com a marca da maçonaria.

A carga de cocaína seria da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), com quem ‘Minotauro’ teria ligação. Depois da divulgação das imagens da droga selada levantou-se a hipótese de Sérgio de Arruda Quintiliano, de 36 anos, pertenceria a loja maçônica na fronteira.

O grão-mestre da Loja Simbólica do Paraguai, Edgar Sanchez, afirmou que ‘Minotauro’, preso por narcotráfico, não pertence e nunca pertenceu à maçonaria paraguaia. O maçom também aproveitou para afirmar que a loja sob sua responsabilidade “é a única instituição reconhecida pelo mundo maçônico como representante regular da Maçonaria Simbólica” no Paraguai.

Em nota, a Loja Simbólica diz que “A maçonaria é uma instituição filosófica, progressista e filantrópica constituída de homens honrados”, segundo o site ABC Color.

A carga de cocaína teria vindo da Bolívia ou Peru. Três pessoas foram presas, entre elas uma mulher de 21 anos. Foram detidos Panfilo Barrios, de 35 anos, Mario Ramón Ibáñez López de 26 anos, e Sandra Zunilda Coronel Diana.

A nota

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