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Polícia não descarta nenhuma hipótese para assassinato de professora

A polícia ainda não ouviu os familiares e amigos sobre a investigação pelo assassinato da professora e ex-presidente da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), Maria Ildonei Lima Pedra, de 70 anos. Ela foi morta com golpes de crucifixo, no último sábado (1º), em sua casa no Jardim Leblon em […]

Thatiana Melo Publicado em 03/09/2018, às 11h02 - Atualizado às 14h31

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A polícia ainda não ouviu os familiares e amigos sobre a investigação pelo assassinato da professora e ex-presidente da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), Maria Ildonei Lima Pedra, de 70 anos. Ela foi morta com golpes de crucifixo, no último sábado (1º), em sua casa no Jardim Leblon em Campo Grande.

O caso deve ser investigado pelo delegado Giulliano Carvalho Biacio, da 6º Delegacia de Polícia Civil da Capital. Segundo informações da polícia nenhuma hipótese para o crime está descartada. Inicialmente é tratado como homicídio.

Nesta segunda-feira (3), amigos prestaram suas últimas homenagens à professora que foi sepultada nesta manhã. Abalados e emocionados com o crime que tirou a vida da professora e ex-presidente da Fetems, os amigos foram enfáticos ao dizer que a professora era uma mulher dedicada, solidária e alegre.

“Um pedaço da Fetems que está indo embora”, disse o ex-presidente da Fetems, Roberto Botarelli. A ex-secretária adjunta da Fetems, Jucli Stefanello, disse ter gratidão por ter convivido com a professora. “Queremos justiça. É mais uma mulher que se vai”, falou.

A atual presidente em exercício, Sueli Veiga, falou da revolta de como tudo aconteceu, “Muito doído, a violência de como o crime aconteceu”. Sueli ainda disse, “Foi uma vítima do que ela sempre lutou”, completou falando da lutada professora contra a violência contra a mulher.

O crime

A professora e ex-diretora da (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), Maria Ildonei Lima Pedra, 70, foi encontrada morta em sua casa na noite de sábado (01), no Jardim Leblon em Campo Grande. A casa de Ildonei estava revirada com o portão aberto e, a professora foi encontrada morta na cozinha da residência.

Um filho da professora tentou contato com a mãe no sábado, e como não conseguiu, um irmão da professora então foi até a casa, encontrou o portão aberto e Maria Ildonei já sem vida dentro da residência, que estava toda revirada. Junto ao corpo foi encontrado um crucifixo, instrumento que pode ter sido usado para os golpes.

Jornal Midiamax