Polícia

Assassinato nas Moreninhas: disputa por herança não teria motivado crime

Ana Paula foi morta com 2 tiros, em frente de casa  

Thatiana Melo Publicado em 16/01/2018, às 12h29

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Ana Paula foi morta com 2 tiros, em frente de casa

Menos de 10 dias após o assassinato da corretora de imóveis Ana Paula de Souza, de 37 anos, morta a tiros na frente de casa, no Bairro das Moreninhas, a polícia já descarta a suposta briga por herança deixada pelo pai do filho da vítima, um menino de 12 anos, como motivação para o crime. 

Segundo o que apurou a reportagem do Jornal Midiamax junto a fontes das segurança pública, a polícia já constatou que a corretora teria um bom relacionamento com o cunhado, que tem a guarda do menino.

O valor deixado seria ínfimo a condição financeira do tutor do adolescente. O homem, inclusive, teria feito o pagamento de todas as despesas do funeral de Ana Paula, que foi assassinada no dia 7 de janeiro.

A polícia trabalha com várias linhas de investigação, sendo que uma delas seria o tráfico de drogas, pelo fato da corretora ter passagens por envolvimento com entorpecentes. Ainda segundo informações, a corretora tinha vários boletins de ocorrência onde figurava ora como vítima de agressão, ora como autora de agressões.Assassinato nas Moreninhas: disputa por herança não teria motivado crime

O caso

Ana Paula foi assassinada com dois tiros na varanda de sua casa, na noite do dia 7 de janeiro, domingo. Um suspeito teria sido visto fugindo com uma arma nas mãos logo após o crime. Ele teria ido até a residência, onde a vítima morava com sua mãe e questionado sobre o aluguel de um salão, que fica ao lado da casa.

Depois ainda teria feito outra pergunta e efetuado os disparos, sendo que a vítima caiu na entrada da porta da sala do imóvel. De acordo com a mãe da corretora, o autor usava uma camiseta clara, de cor cinza, com um capuz cobrindo a cabeça.

Testemunhas também afirmaram terem visto um homem correndo com um revólver nas mãos logo após o crime. O suspeito não seria morador da região, já que nunca foi visto no bairro pelos moradores.

Jornal Midiamax