Polícia

Agente penitenciário detido em operação contra o PCC paga fiança, mas continua preso

O agente penitenciário preso durante a deflagração da Operação Paiol contra a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), na última terça-feira (12) passou por audiência de custódia nesta quinta-feira (15), mas continua preso por suposta associação a facção criminosa. Ele foi indiciado por posse irregular de arma de fogo e passou por audiência na […]

Thatiana Melo Publicado em 15/06/2018, às 11h17 - Atualizado em 16/06/2018, às 12h43

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O agente penitenciário preso durante a deflagração da Operação Paiol contra a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), na última terça-feira (12) passou por audiência de custódia nesta quinta-feira (15), mas continua preso por suposta associação a facção criminosa.

Ele foi indiciado por posse irregular de arma de fogo e passou por audiência na quinta (15), quando pagou fiança de um salário mínimo R$ 954, mas teve a decretação de sua prisão preventiva por suposta associação a facção criminosa.

A operação foi deflagrada pelo Gaeco na última terça-feira (12) contra a facção criminosa PCC.Equipes do Batalhão de Choque auxiliaram na operação, que prendeu um integrante da facção, Elvis Pereira de 25 anos, a mulher do ‘Tio Arantes’, Tânia Cristina de Lima, com quem a contabilidade da facção foi encontrada.

E o agente penitenciário que foi preso em casa. Na residência dele, os policiais encontraram munições irregulares de uso permitido.

Operação

27 mandados de prisão preventiva e 12 de busca e apreensão foram cumpridos em Campo Grande, Corumbá, Nova Andradina e no estado de Goiás.

As investigações tiveram início para identificar integrantes da facção criminosa atuantes no Estado, com atividades voltadas para compra, guarda, comercialização e empréstimos de armas de fogo para o cometimento de crimes.

Jornal Midiamax